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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Tóquio é uma das cidades que menos desperdiça água no mundo

Capital do Japão dá exemplo com equipamentos simples e constante fiscalização, além do combate ao desperdício, que não passa de 2%.


Uma das cidades mais populosas do mundo consegue ser também uma das que menos desperdiçam água. O correspondente Márcio Gomes mostra o exemplo de Tóquio.
A calçada perfeita no centro de Tóquio tem um ponto ligeiramente afundado e úmido. Foi descoberto por uma equipe da companhia de água que roda a cidade buscando vazamentos.
Com equipamentos simples, eles podem localizar o desperdício debaixo do asfalto pelo som. 
Em duas horas de escavação, com a preocupação de proteger o calçamento com uma lona, se encontra o problema.
A válvula, desgastada pelo tempo, jogava fora quatro litros d’água por minuto. Segundo o chefe da equipe, "É fazendo esses pequenos consertos que se consegue manter o baixo o índice de vazamentos".
Com 27 mil quilômetros de rede de distribuição, abastecendo cerca de 13 milhões de habitantes, a perda de água limpa em Tóquio é das mais baixas no mundo: 2%. Muito pouco, se comparada aos 30% de Rio e São Paulo. 
Além da constante fiscalização, é fundamental prevenir. E lá os canos muitas vezes são trocados antes que o defeito apareça.  
O Jornal Nacional acompanhou esse trabalho em uma rua residencial. A tubulação que foi retirada nesta segunda-feira (23) não apresenta uma rachadura sequer, e é possível ver: é de 1976.
A troca está sendo feita dentro de um grande programa, por canos mais novos, é claro, e também mais resistentes.
O material é o ferro fundido dúctil. E em uma terra propensa a terremotos, cada junção ganhou um reforço, uma pequena saliência que torna mais difícil a separação nas juntas.
As fotos no vídeo acima mostram um teste com um guindaste levantando os novos tubos. Eles não se rompem. Até 2023, quase 60% da cidade já estará com tubulações reforçadas.
“Com os novos canos poderemos baixar ainda mais esse índice de vazamentos", acredita um dos responsáveis pela obra.
Para os japoneses, não interessa o índice: se é desperdício, precisa ser combatido.

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