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domingo, 24 de março de 2013

Clubes querem mudança no ranking da Superliga, mas vetam proposta da Unilever


No dia 15 deste mês, após a eliminação do Vôlei Amil para o Sollys/Nestlé na semifinal da Superliga Feminina, o técnico José Roberto Guimarães pediu mudanças nos critérios do ranqueamento das atletas para a competição. Segundo ele, do jeito que está, Sollys/Nestlé e Unilever continuarão por um bom tempo fazendo a final do torneio. O problema é que os times tiveram a chance de efetuar alterações drásticas no formato, mas vetaram a ideia.
Criado na temporada-1992/1993, o sistema de ranqueamento teve como finalidade principal promover o equilíbrio entre as equipes. Mas ele não tem surtido efeito na disputa feminina, já que os times de Osasco e Rio de Janeiro decidiram a liga nos últimos oito anos, e duelarão pelo título novamente no dia 7 de abril.
No dia 25 de fevereiro, representantes dos clubes se reuniram com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para discutir o tema. Nove das dez equipes compareceram. O São Bernardo foi o único que faltou.
Em conversa com pessoas que estiveram presentes na reunião, o L!Net apurou que três propostas foram colocadas em pauta por Usiminas/Minas, Sesi-SP e Unilever. No entanto, somente esta última foi posta em votação, pois foi a única que apresentou suas ideias impressas e distribuídas para todas as equipes.
As sugestões da Unilever, porém, foram rejeitadas por 7 a 2. A única equipe que votou pelas mudanças ao lado do time carioca foi o Sesi.
A reunião, no entanto, aprovou mudanças que precisam ser ratificadas pela CBV. Por conta das prováveis alterações que serão feitas, sobretudo na pontuação de atletas, a entidade adiou o anúncio do ranking para depois da final da Superliga Masculina, no dia 14 de abril.
A principal mudança aprovada diz respeito à pontuação da central Adenízia, da levantadora Dani Lins e da ponteira Fernanda Garay. Campeãs olímpicas em Londres-2012, elas passariam de seis para sete.
Os clubes também decidiram tornar público os pontos que cada equipe atribui às jogadoras na reunião. Com isso, na data em que a CBV divulgar o ranqueamento, será possível saber quanto uma jogadora top recebeu de cada clube envolvido.
A reunião também foi marcada pela reclamação com a situação do Solly/Nestlé. Atletas como Adenízia e a líbero Camila Brait não somam pontos para a equipe por serem revelação da base. Mas os demais clubes alegam que houve mudança na instituição quando o patrocínio da equipe mudou do Finasa para a Nestlé, mesmo com a equipe permanecendo em Osasco.
O Sollys, que em seu site cita apenas os títulos a partir de 2009, se defende citando o caso do Rexona (atual Unilever), que deixou Curitiba (PR) e foi para o Rio de Janeiro. Neste caso, porém, a equipe de Bernardinho manteve o CNPJ.
CBV avalia opiniões das equipes
Nos últimos dias, o L! procurou a assessoria de imprensa da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para entrevistar o superintendente da entidade, Renato D‘Avila. Na segunda-feira, o dirigente encontrava-se em São Paulo e respondeu, por meio da assessoria, que “todos os anos, discutimos e decidimos junto com os clubes quais as melhores regras para o ranqueamento. Cabe à CBV avaliar as diferentes opiniões dos clubes e definir o melhor para a competição, mas sempre com o aval dos participantes”.
Na terça-feira, a reportagem do LANCE! tentou, novamente, entrevistar o dirigente da CBV para os devidos questionamentos. A assessoria da entidade, então, informou que Renato D‘Avila não falaria sobre o assunto. E divulgou uma nota oficial.
No texto, a CBV destaca que o atual ranking foi debatido e aprovado por todos os clubes da Superliga. E que já foi realizada uma reunião para avaliação dos atuais critérios e definição da pontuação para a próxima temporada. Segundo a CBV, o anúncio oficial será feito após a final da Superliga Masculina, no próximo mês.
O ranking de atletas no vôlei brasileiro
Pontuação e limitaçõesA pontuação de cada jogadora é determinada após indicação dos clubes e avaliação do gabarito técnico de cada atleta, sua carreira e desempenho nas últimas temporadas. Cada atleta recebe uma pontuação de 1 a 7. Uma equipe não pode ter um somatório de pontos inferior a sete ou superior a 32. Cada equipe pode ter, no máximo, três atletas de pontuação sete. Para as demais graduações, a inscrição é livre, desde que não ultrapasse o limite de 32.
Clubes formadoresA título de incentivo aos clubes formadores, a partir da categoria infanto-juvenil, as atletas que em sua carreira tenham tido vínculo de inscrição com apenas um clube ficam isentas de pontuação e ranqueamento para continuar neste clube. Esta bonificação valerá apenas para o somatório de pontos da equipe.
Clubes participantesAs atletas que foram liberadas por seus clubes de origem, por cessão temporária, para atuarem na Superliga 2012/2013, não terão acréscimo de pontos na temporada seguinte. Esta bonificação somente será válida caso as atletas liberadas retornem aos seus clubes cedentes.
Atletas repatriadasAs jogadoras vindas do exterior, que estejam pelo menos uma temporada inteira sem inscrição na Superliga, independentemente da pontuação recebida, terão pontuação zero para o somatório de pontos para a equipe.
Atletas estrangeirasCada equipe pode ter, no máximo, duas estrangeiras. Na primeira Superliga, não será pontuada. Se disputou a edição 2011/2012 e trocar de equipe, receberá pontuação. Se continuar na mesma equipe, os pontos contarão apenas para o somatório da equipe.
Bonificação para atletasA fim de garantir que as atletas jovens ganhem espaço nas equipes, a CBV concede bonificação para as jogadoras com 17 anos ou abaixo dessa idade. Sendo assim, elas não pontuam.

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