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domingo, 24 de março de 2013

Sem orçamento, seleção de beisebol atinge o mesmo ranking da de futebol

O Brasil é historicamente conhecido como o país do futebol. Em terras tupiniquins, tal esporte chega a ser quase que uma religião, enquanto os outros ficam bem abaixo no gosto da população. Sede da próxima Copa do Mundo, a modalidade gerida pela CBF ocupa atualmente apenas a 18ª colocação na lista da Fifa, a pior da história da seleção pentacampeã mundial. Um outro esporte, pouco conhecido, literalmente sem dinheiro, e sem nenhum apelo popular do país verde amarelo também ocupa essa mesma posição no seu respectivo ranking.

O último orçamento divulgado pela Confederação Brasileira de Futebol, relativo ao ano de 2011 (o de 2012 está para ser aprovado no próximo mês), diz que a CBF recebeu R$ 301 milhões, sendo R$ 180 milhões somente em patrocínio.
World Baseball Classic
Brasileiros do beisebol fizeram história
Brasileiros do beisebol fizeram história
Um outro esporte brasileiro, nada popular pelas terras daqui, apareceu como 18º melhor do mundo e não chega nem perto da abrangência do futebol nas graças do povo e muito menos na questão do orçamento.
Após a primeira participação de sua história no World Baseball Classic (Mundial da modalidade), a seleção brasileira apareceu na 18ª colocação no ranking da Federação Internacional de Beisebol (de um total de 73), mesma posição da de futebol (que tem 207 países no ranking). E qual o orçamento anual da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol? Zero.
Pelo fato do beisebol não ser mais um esporte olímpico, o COB cortou as verbas desta modalidade há cerca de 4 anos. “Não temos verba, sobrevivemos com inscrições de atletas e anuidade dos clubes”, afirmou o presidente da CBBS, Jorge Otsuka, ao ESPN.com.br. “A gente tem patrocínio familiar, caseiro”, explicou Ricardo Iguchi, que trabalha na CBBS, à reportagem.
O único apoio que a CBBS recebe, que na verdade mais evita gastos do que ajuda financeiramente, é da Yakult,  esponsável pela manutenção do Centro de Treinamento em Ibiúna, São Paulo. O local serve para o desenvolvimento do beisebol brasileiro.
A participação do Brasil no WBC foi histórica. Para um país onde tal modalidade não é nada popular, a classificação no Mundial, vencendo o tradicional Panamá nas eliminatórias, já foi algo inesperado. A seleção brasileira caiu logo na primeira fase da competição com derrotas para os tradicionais Japão, China e Cuba.
“A gente achava que íamos estar mais em cima no ranking, em 16º, porque fomos para o WBC, onde tinham 16 times. Mas tudo bem...”, disse Otsuka. O beisebol brasileiro mostrou como fazer muito com pouco. Ou melhor, nada.

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