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sábado, 21 de junho de 2014

Cuidados que o animal necessita na estação mais fria do ano

A atenção com o animal deve ser redobrada para evitar doenças

O inverno está chegando e consequentemente várias doenças, inclusive, as respiratórias que acometem tanto os seres humanos como os pets. No Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a população canina representa 37,1 milhões. A Abinpet aponta que os donos de animais de estimação gastam até R$ 860 por mês em cuidados. No entanto, quando o dono descuida do animal, esse valor pode triplicar. A Mogiana Alimentos - Guabi Pet separou algumas dicas para proteger seu animal durante este período. 

Uma doença que pode ocorrer mais no inverno é a traqueobronquite infecciosa canina, também conhecida como tosse dos canis - semelhante a uma gripe. Deve ser tratada por um médico veterinário, pois pode levar à pneumonia. A melhor forma de evitar essa enfermidade é por meio da vacinação. 

Cães que sofrem de problemas osteoarticulares, tais como artrose, hérnia de disco e calcificação na coluna podem apresentar maior desconforto e dores durante o inverno. Assim como os humanos, que necessitam de agasalhos para não sentir frio, o pet também precisa de alternativas para se manter aquecido. O ideal é colocá-lo em locais mais quentes, com o uso de casinhas, cobertores e roupas. Mesmo com os cuidados citados, se o animal apresentar dores, dificuldade de locomoção ou de se levantar, a indicação é procurar um médico veterinário. 

Os banhos regulares devem ser evitados. É indicado aumentar o intervalo entre a lavagem do cãozinho, escolhendo dias e horários mais quentes. A temperatura da água deve ser morna, assim, o animal não sente frio. Caso lave os pelos, o dono deve secá-los de forma adequada e manter a pelagem mais longa durante essa época. 

Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados neste período. Para manter sua temperatura corporal, é necessário que sua taxa metabólica aumente para produzir calor adicional, assim, aumentando sua necessidade de energia (quilocalorias). Em casos específicos, a recomendação é acrescentar, em torno de 10%, o alimento oferecido, desde que o cão não esteja com sobrepeso ou obeso. É indicado também o uso de ração com mais quantidade de gorduras (declarados como extrato etéreo na embalagem). O ideal é monitorar o peso do animal para verificar se a quantidade de comida fornecida deve ser alterada. 

Elevar o consumo de calorias para o cãozinho não significa oferecer alimentos que não são específicos a ele. "Alguns tipos de comida da alimentação humana podem ser tóxicos e não são recomendados para o consumo dos cachorros, tais como o chocolate, alho e cebola", informa a médica veterinária da Mogiana Alimentos - Guabi Pet, Letícia Tortola. 

Com esses cuidados especiais, um alimento de qualidade e muito carinho, com certeza o seu companheiro passará o inverno de forma saudável e tranquila.

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