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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Culinária japonesa se expande em Porto Alegre

Atração por sushis e temakis faz com que empreendedores da Capital apostem em novo segmento gastronômico
 Ondamaki surgiu após pesquisa, lembra Alessandra
Ondamaki surgiu após pesquisa, lembra Alessandra
A capital do Estado que se reúne em torno do espeto de churrasco está abrindo espaço também para quem gosta de se arriscar nos palitinhos. Nos últimos anos, as temakerias e restaurantes da culinária japonesa têm virado uma grande febre em Porto Alegre. Em alguns dos principais pontos gastronômicos da cidade, já são perceptíveis mais de uma opção de casas que servem sushis, sashimis e temakis.
Nos dados da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio (Smic), não há ainda registros de quantas casas desta especialidade existem, pois não foi feita a discriminação em relação aos restaurantes registrados, atualmente 620 estabelecimentos. Mas na estimativa do diretor do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Porto Alegre (Sindpoa), Ismael Tiger Vital, que também é sócio da casa Sushi By Cleber, existem pelo menos 60 pontos na capital que oferecem este tipo de culinária. Enquanto isso, as churrascarias registradas na Smic são 146, o que dá duas churrascarias e meia para cada temakeria ou restaurante japonês existentes na Capital.
Vital vê com bons olhos a expansão da culinária japonesa em Porto Alegre, o que significa que há uma aceitação do público com esse tipo de prato. “É muito bom ver que estão abrindo diversas opções. Quando nós começamos ainda era um tabu e hoje não é mais segredo. Tivemos meses que já abriram quatro casas de uma vez só”, afirma.
Uma das mais recentes neste setor é a Ondamaki, localizada na avenida Bento Gonçalves, no bairro Partenon, em frente à Pucrs. A ideia, segundo Alessandra Cecchin, sócia do estabelecimento, surgiu do gosto pela culinária japonesa. A experiência vem desde os tempos de faculdade, onde se formou em Nutrição e agora busca aplicar os conhecimentos no negócio. “Surgiu a oportunidade de termos o ponto em frente a uma universidade e sabemos que o público jovem gosta muito desse tipo de culinária e aqui na área não existe nenhuma outra temakeria”, salienta.
Para abrir a casa, foi feita uma pesquisa de mercado entre os alunos da Pucrs, além de os sócios fazerem cursos de gestão e buscar informações sobre o mercado antes de entrar no ramo. “Nossa vantagem acredito que seja o ponto, que faz com que não tenhamos concorrentes diretos na região. Também colocamos um nome voltado ao público jovem, ligado ao surf e apostamos em quem busca um happy hour”, complementa Alessandra.

Mercado de trabalho no setor apresenta aquecimento

A explosão do mercado de temakerias em Porto Alegre também está gerando uma demanda de profissionais na área. A procura por cursos de formação dos chamados sushiman tem aumentado consideravelmente segundo os especialistas no segmento.
Maguil Tadashi Korogui, professor dos cursos de extensão da Pucrs, revela que enquanto os cursos profissionalizantes da culinária japonesa têm crescido, os interessados em cursos amadores estão diminuindo. Avalia que isso é reflexo da elevação da oferta de casas com esta proposta gastronômica. “O pessoal está deixando de procurar os cursos para consumir nestes locais. E quem está abrindo temakerias e restaurantes japoneses tem nos procurado”, afirma.
Para o professor, que também presta consultorias para futuros negócios na área, o grande apelo da comida japonesa se dá pelo fato de ser um alimento saudável. No entanto, assim como o efeito da expansão da comida chinesa, ocorrido há alguns anos e que já vem em uma descendente, o mesmo processo deve ocorrer com os sushis e temakerias. “A grande maioria não se profissionaliza. Perto do meu restaurante já abriu um restaurante há dois meses e fechou. Isso mostra uma falta de planejamento. Temos os tradicionais, mas existem também os aventureiros”, expõe.
A professora do Senac-RS, Arika Messa, confirma que a busca por aulas de preparos de sushis são crescentes mas que a procura ainda é maior que a demanda, existindo mais interessados na área do que cursos disponíveis. “Os donos de restaurantes estão buscando qualificação. Os empresários estão também frequentando cursos para poder gerenciar suas equipes.”
Assim como outras profissões, Arika analisa que há muita dificuldade em encontrar profissionais que queiram se manter nesta vida de Sushiman, especialmente os jovens da chamada Geração Y. “O pessoal está sempre buscando novos horizontes e não se mantém no trabalho por muito tempo. Estamos observando bem isso nas empresas. É difícil encontrar pessoas qualificadas e isso está obrigando o mercado a pagar um pouco mais.”

Concorrência maior pulveriza público de casas especializadas

Quem já está há mais tempo atuando nesse segmento também tem sentido os efeitos do crescimento do mercado. Conforme o gerente administrativo do Gokan Sushi, José Cláudio Guimarães, o movimento era maior no início e, agora, começou a se pulverizar devido à abertura de diversas casas. “Tem público para todos, mas há muito local novo abrindo. Estamos sempre procurando renovar sabores e tipos de sushi para atrair o público, mas está bastante concorrido”, explica.
A casa, aberta há 11 anos, conta hoje com dois pontos na cidade, um na Alameda Sebastião de Brito, em frente à Praça Japão, no bairro Boa Vista e outra na Olavo Barreto Viana, no bairro Moinhos de Vento. A estimativa, de acordo com Guimarães, é que cerca de mil pessoas frequentem os dois locais semanalmente.
Genaro Galli, professor da ESPM-Sul, lembra de casos como as casas de R$ 1,99 e as carrocinhas de cachorro-quente para exemplificar o que chama de movimento de modismo entre empreendedores. “Antes era restrito esse consumo para as classes A e B. Além disso os custos para esse mercado de temakerias é baixo, o que representam poucas barreiras para quem quer entrar, pois o investimento não é tão alto assim”, reforça.
Mas assim como ocorreu com outros modismos gastronômicos, Galli acredita que a tendência é de diminuição do ritmo de abertura desse tipo de empreendimento. “Esses negócios atraem muita gente, tem um boom, mas depois eles amadurecem e ficam aqueles que têm competitividade”, informa.

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