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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Brasil tem dois líderes no ranking mundial de Judô


Charles Chibana e Rafael Silva lideram a lista; quatro lutadoras aparecem na vice-liderança
Ouro no Campeonato Pan-Americano de Guayaquil, no Equador, Charles Chibana é o número 1 do mundo na categoria 66kg
Ouro no Campeonato Pan-Americano de Guayaquil, no Equador, Charles Chibana é o número 1 do mundo na categoria 66kg
O Brasil tem dois líderes no ranking mundial de Judô, de acordo com a última atualização feita pela Federação Internacional depois da disputa do Grand Slam de Baku. A competição não contou com a participação de brasileiros porque as seleções masculina e feminina estão realizando um período de treinamentos no Japão.
Charles Chibana (66kg), que havia assumido a liderança da categoria depois do Campeonato Pan-Americano, e Rafael Silva (+100kg) se mantiveram na primeira colocação do ranking.
A maior mudança envolve a campeã olímpica Sarah Menezes, que caiu para a segunda colocação depois de um ano e oito meses. A nova líder é a mongol Urantsetseg Munkhbat, campeã mundial, e que venceu o Grand Slam de Baku.
Além de Sarah, outras três brasileiras estão na vice-liderança: Érika Miranda, no meio-leve (52 kg); a campeã mundial dos leves (57 kg), Rafaela Silva; e a pesado (+78 kg) Maria Suelen Altheman. Já Victor Penalber (81kg) e Mayra Aguiar (78kg) estão na terceira colocação.
No top 10 aparecem mais seis atletas brasileiros: Felipe Kitadai (60kg) é o sexto colocado;  Luciano Corrêa (100kg) é o sétimo; David Moura (+100kg) é o quinto; Ketleyn Quadros (57kg) é a sexta; Mariana Barros (63kg) está na nona posição. Tiago Camilo (90kg) e Alex Pombo (73kg), na 11ª colocação, e Nádia Merli (70kg), no 15º lugar, são os melhores em suas categorias.
História
Ao contrário de modalidades cuja história não consegue apontar quem é o “inventor” do esporte, o judô tem DNA indiscutível: seu “pai” é o japonês Jigoro Kano.
Então um jovem professor universitário de 23 anos, e após estudar a fundo as técnicas de jiu-jitsu, Kano tratou de selecionar, modificar e aprimorar vários dos golpes da arte marcial, sempre com o cuidado de eliminar os mais perigosos.
Assim, criou um novo estilo de luta, batizado de “judô”. Em 1882, ele fundou o Instituto Kodokan, que, desde o início, pregou que a evolução técnica do praticante do judô estivesse ligada a um avanço espiritual, com base nos ensinamentos orientais que determinam que “muitas vezes é preciso ceder para vencer”.

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