Olá Amigos(as),visitem minha página no Facebook e confira as Novidades!!!!!

G-SUITE:Veja mais detalhes aqui!!!!!

G Suite




Olá.

Agradecemos a análise do G Suite.

Aqui estão três motivos para testar esse recurso:

  1. Você pode receber e-mails personalizados e muito mais com o Gmail for business.
  2. Ele ajuda os funcionários a cumprirem suas tarefas e colaborarem de forma mais rápida e eficiente.
  3. Milhões de pequenas e grandes empresas já mudaram para o G Suite.

Conheça aqui o G Suite!!!!

O que é o G Suite?

O G Suite é um pacote de produtividade baseado na nuvem que ajuda as equipes a se comunicar, colaborar e realizar tarefas em qualquer lugar e de qualquer dispositivo. Ele é fácil de configurar, usar e gerenciar. Assim, sua empresa pode se concentrar no que realmente importa.

Milhões de empresas em todo o mundo contam com o G Suite para aproveitar recursos como e-mail profissional, armazenamento de arquivos, reuniões por vídeo, agendas on-line, edição de documentos e muito mais.

Assista ao vídeo ou saiba mais aqui.

Veja alguns destaques:

E-mail empresarial para seu domínio

Parecer profissional conta muito e isso significa se comunicar como você@suaempresa.com. Os recursos simples e eficazes do Gmail ajudam você a desenvolver sua marca e realizar ainda mais tarefas.

Acesse em qualquer local ou dispositivo

Verifique seu e-mail, compartilhe arquivos, edite documentos, realize reuniões por vídeo e muito mais, estando no trabalho, em casa ou viajando. Você continua o trabalho de onde parou em um computador, tablet ou smartphone.

Ferramentas de gerenciamento de nível empresarial

As configurações de administrador robustas oferecem controle total sobre usuários, dispositivos, segurança e muito mais. Seus dados estão sempre com você e eles permanecem com você caso queira mudar de solução.

Inicie uma avaliação gratuita

Procurando Diversão??????????

               Procurando Diversão?????????



Então encontrou o melhor local,
e a rede social mais badalada do momento!!!!

Não acredita?????
Então confira você mesmo(a)!!!!!!

Acesse agora mesmo!!!!!!

>>>>> http://www.sccliberal.com.br/Convite.aspx?cvt=496157

Boa diversão e com certeza vão gostar demais!!!!


terça-feira, 7 de maio de 2013

Constituição impede Japão de ter um Exército mais forte

Modificar a pacifista Constituição do Japão, que nesta semana completou 66 anos, é um dos principais desafios do conservador e controvertido primeiro-ministro do país, Shinzo Abe, em um ambiente marcado pela disputa territorial com a China e as ameaças da Coreia do Norte.
Em seu mandato anterior como chefe de governo (2006-2007), Abe fracassou em sua tentativa de modificar o artigo 9 da Carta Magna concebida após a Segunda Guerra Mundial, segundo o qual o Japão renuncia ao direito de ter um Exército e a declarar guerra.
Mas o aumento da despesa militar de Pequim, sua presença cada vez mais forte na região e a disputa que mantém com Tóquio pelas ilhas Senkaku/Diaoyu, assim como a recente campanha de ameaças do regime de Pyongyang, geraram um ambiente no qual o projeto pode conseguir uma maior aceitação.
No entanto, antes de buscar reformar a polêmica cláusula pacifista, Abe defendeu uma mudança do artigo 96, que regula de maneira rígida os requisitos necessários para se fazer uma emenda da Constituição japonesa.
Esta norma, que estipula que é necessário o apoio de dois terços dos parlamentares das duas câmaras e uma maioria simples em um referendo para modificar qualquer parte da Carta Magna, fez com que seu texto nunca tenha sido alterado em 66 anos.
Abe já disse que a emenda do artigo 96, "que ficou bloqueada pelas forças de ocupação" (dos Estados Unidos após a 2ª Guerra), segundo afirmou recentemente ao jornal "Yomiuri", estará no programa do Partido Liberal-Democrata (PLD) para as eleições que renovarão a metade da câmara Alta em julho.
Segundo as últimas pesquisas, nas duas câmaras e tanto no partido governante como na oposição muitos parlamentares são a favor de modificar este artigo.
"Conforme ficar redesenhada a câmara Alta em julho, será mais fácil ou não aprovar a emenda", explicou à Agência Efe Jun Iio, professor do Instituto Nacional de Estudos Políticos de Tóquio.
"Haverá boas possibilidades de se conseguir os dois terços nesta câmara se o PLD (que já tem maioria absoluta na câmara Baixa) e o Partido para a Restauração do Japão (também conservador) conseguir bons resultados", acrescentou.
No entanto, apontou Iio, seria necessário depois que mais de 50% dos japoneses desse seu sinal verde à emenda em um plebiscito "que deveria ser convocado junto com as próximas eleições gerais", algo que pode ocorrer só em 2017.
"Em qualquer caso levaria muito tempo emendar o artigo 96 e ainda mais o 9", disse Iio.
As últimas pesquisas mostraram que 48% dos eleitores japoneses são a favor de aprovar a reforma do artigo 96, que 40% são contra e 12% estão indecisos.
Em qualquer caso, grupos contrários no Japão e em países vizinhos, como China e Coreia do Sul, temem que Abe use as tensões regionais como desculpa para abrir uma porta que permita uma nova onda militarista em um país que invadiu boa parte da Ásia oriental durante a primeira metade do século XX.
Os gestos contraditórios e discutíveis do primeiro-ministro, capaz de defender o caráter "indissolúvel" das relações entre Tóquio e Pequim e ao mesmo tempo denunciar as "ameaças contra a soberania" japonesa que segundo seu gabinete a China realiza nas ilhas Senkaku, contribuem para alimentar essas especulações.
Além disso, Abe foi criticado por suas polêmicas doações ao santuário de Yasukuni, em Tóquio, onde estão enterrados criminosos de guerra, pelas recentes fotos publicadas pelo jornal "Mainichi", nas quais ele aparece vestido de militar em cima de um tanque, e por seus antecedentes políticos e familiar.
Neto do ex-primeiro-ministro Nobusuke Kishi, um pró-imperialista condenado e reabilitado depois pelos EUA, Abe é um dos grandes defensores da atuação do Japão na Ásia antes e durante a Segunda Guerra Mundial e escreveu vários livros sobre o assunto.
Por isso, sua trajetória contribuiu para desacreditar suas boas intenções em reformar o artigo 9, o que segundo ele tem o objetivo de chamar as tropas japonesas de Exército, definir seu papel na Constituição e autorizá-las a defender o país em caso de ataque.

Nenhum comentário:

Postar um comentário