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terça-feira, 16 de abril de 2013

Passos fica em 12º no ranking da violência escolar

O registro da violência nas escolas coloca o município de Passos em 12º lugar de um ranking estadual, através de levantamento realizado pelo jornal “O Estado de Minas” nas 29 maiores cidades do Estado, com dados apurados no ano de 2011.

Para chegar aos números, o jornal cruzou as ocorrências da Polícia Militar registradas dentro e nos arredores de instituições das redes particular, municipal, estadual e federal em 2011, com o número de estudantes de cada cidade, segundo dados oficiais do Censo Escolar elaborado pelo Ministério da Educação.

As escolas da cidade de Patos de Minas apresentaram a pior taxa, de 267,2 ocorrências para cada grupo de 100 mil estudantes. Índice 48% maior que o segundo lugar no ranking, Juiz de Fora, na Zona da Mata, com 180,4 ocorrências por grupo de 100 mil alunos.

Em 2011 foram 1.363 ocorrências nas escolas desses 29 municípios, um número 3,9% menor que no ano anterior, quando houve 1.417, mas 53,3% superior aos registros de 2009, que somaram 889 queixas. A PM computou ainda 280 crimes violentos contra estudantes, professores e funcionários, chegando a 20,5% do total.

Foram 127 registros de agressões, 72 de lesões corporais, 15 de roubos, três estupros e atentados violentos ao pudor, um assédio sexual, um homicídio e 61 que constaram como “outras infrações contra a pessoa”. Os furtos foram as ocorrências que mais apareceram nas instituições de ensino mineiras, com 393 registros, correspondendo a 29% do volume total de 2011.

Em Patos de Minas, das 86 ocorrências registradas, 15 foram furtos (17%), que naquela cidade praticamente se igualam aos 14 (16%) registros de lesão corporal. De acordo com o tenente Diomásio Júnior Caetano, assessor de comunicação do 15º Batalhão da PM de Patos de Minas, a corporação percebeu esses índices e tomou atitudes. “No caso dos furtos, orientamos as escolas a manter fechadas as portas da secretaria e da diretoria, e a fazer também bicicletários para os alunos”, disse. Com relação às agressões que resultaram em ocorrências por lesão corporal, a tática é prevenir.
“Fazemos programas de interação com as comunidades em áreas de risco, buscando mostrar aos meninos e meninas que não é com violência que se resolvem os problemas banais. Temos também um programa de práticas esportivas para esse público, que concentra os agressores mais comuns e as maiores vítimas”, disse.

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