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sábado, 6 de abril de 2013

O filão desejado dos produtos para animais de estimação

Foto zoomar Flickr
O mercado de animais de estimação movimenta mais de R$ 12 bilhões por ano no Brasil, segundo um levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação, e muita gente quer pegar um pedaço desta cifra. Só na última semana recebi duas mensagens de divulgação de startups que seguem a linha de serviços de assinatura para esse mercado.
“O Brasil é o segundo maior mercado do mundo em faturamento, ficando atrás apenas dos Estados Unidos”, conta Marco Domingues, um dos fundadores da Pack4pet, serviço que permite que o dono do bicho de estimação selecione os produtos que precisa para que eles sejam enviados todos os meses, em um pacote. A primeira caixa vem em até oito dias e os seguintes sempre na data programada. Entre os produtos oferecidos são exploradas as categorias de higiene e entretenimento.
Segundo Marco, o projeto começou a ser tocado no meio de janeiro –a mulher de Marco também ajudou a tirar a ideia do papel. “Primeiro validamos algumas hipóteses com familiares, amigos e amigos de amigos, depois criamos uma landing page e fanpage e esta semana vamos lançar nosso MVP funcional”, conta ele. A companhia foi aberta com capital próprio do casal e, por enquanto, são distribuídos apenas kits para cachorros e os valores variam de acordo com os produtos escolhidos.
Já a startup carioca DogBox entrega para seus clientes, todo mês, uma caixinha com diversos produtos para o perfil do animal cadastrado –a taxa do plano mensal é de cerca de R$ 60. Também são produtos de “higiene e entretenimento”, só que no caso deles o foco está nos cachorros.
Lançada em agosto de 2012, a empresa oferece uma espécie de teste que indica o perfil do cão cadastrados. “São informadas características básicas como sexo, porte e idade, assim como o “jeitão” de cada cãozinho”, informa a companhia, que pretende chegar a 5 mil clientes até o final do ano.
Um exemplo de destaque neste nicho é a PetLove, que atraiu olhares e recebeu aporte de Monashees Capital, Tiger Global e Kaszek Ventures

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