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sábado, 20 de abril de 2013

Fora de controle: descaminhos e tragédias do reality show

Episódios Desastrosos, Inéditos Ou fatais rompem a normalidade dos realities

Desde que pessoas ditas comuns (e não apenas celebridades) começaram a despertar o interesse de outras para segui-las, dia e noite, em monitoramento de câmeras pela Internet, a chamada "sociedade do espetáculo" permanece em alta... É este, basicamente, o princípio do reality show - formato de programa televisivo cujas estrelas são personalidades (normalmente desconhecidas) da vida real. Aliás, esta fórmula é a que define esse tipo de atração: um reality jamais retrata histórias ou personagens que façam parte de um enredo fictício.
Em cena no reality: o improvável, o inaceitável e o fatal
Quando se fala em reality show, logo se imagina a atração Big Brother, mundialmente conhecida, criada por John de Mol, literalmente às vésperas do ano 2000. "Pai do gênero", o BB vem atraindo telespectadores em todo o mundo e movimentado publicidades pra lá de milionárias.
Mesmo despertando muitas críticas de parte da população - que já possui um senso crítico de análise da atração de TV - , programas assim ainda movimentam o interesse de numerosas massas. Ultimamente, no entanto, uma série de incidentes - em alguns casos, trágicos - têm levantado fortes polêmicas. Mais do que atrações em que os astros do Olimpo da vez são personagens da vida real (aqui se leia o "fenômeno olimpiano"), episódios inesperados ou desastrosos têm tomado conta do palco de exposição dos realities. É quando entram em cena acontecimentos fora de controle...

Ataque cardíaco fulminante em pleno programa. Suicídio de médico da equipe. Estupro nos bastidores (reais) da produção. Rato morto e "devorado" por participantes diante das câmeras!... Preconceito racial e espetacularização de doença terminal... Enfim, cenas e situações que desmerecem qualquer tom de arte em uma produção de entretenimento. Serão estes cenários típicos de um "Coliseu eletrônico"? Veja alguns dos disparates que vêm "formatando" essa espécie de circo moderno de horrores:
1 - Morte fulminante e suicídio em Koh Lanta
 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=cExRa5UURCA

 

Durante as gravações do reality Koh Lanta - na ilha de Koh Rong, no Camboja - um acontecimento fatídico: o competidor Gerald Babin, de 25 anos, morre ao sofrer um ataque cardíaco.
O programa, como os demais realities, abrangia regras de convivência e provas de resistência. Tratava-se da versão francesa do Survivor, correspondendo no Brasil ao No Limite, já produzido e exibido pela Rede Globo, após compra de direitos do formato.
Segundo se polemizou na mídia, o médico do reality - Thierry Costa, de 38 anos - teria demorado muito para socorrer o participante, negligência que poderia ter levado Babin à morte. Por sua vez, o médico se sentiu oprimido e, declarando haver sido "manchado pela imprensa", acreditou não poder reconstruir sua imagem profissional e cometeu suicídio.
Diante da tragédia dupla, o TF1, canal de TV francês que transmite o reality, anunciou o cancelamento da produção. E o Conselho Superior de Audiovisual - numa análise mais detida do gênero de programa -, ao exercer a função de regulação de produtos televisivos, divulgou que estudaria a hipótese de alterar a faixa horária dos realities.
E não é para menos! Não bastasse a morte de um participante, justamente um profissional de saúde - que era responsável pela integridade física dos competidores (já) havia quatro temporadas - se mata!... Justificadíssimo o fim da atração produzida pela Adventure Line Productions. Porém, é preciso mais: apurar a questão e viabilizar um modo responsável de se trabalhar a realidade e suas alterações consequentes. Afinal, tais produções têm o objetivo do entretenimento!
 2 - Suposto estupro no BBB12
 
Em janeiro de 2012, no BBB - Big Brother Brasil - houve outro desses episódios lamentáveis que agridem, em princípio, o telespectador: um "suposto estupro com cobertura de plasma"... Não por acaso, jornais do mundo inteiro divulgaram o teor da cena noticiosa, a qual teria causado, claro, "clamores de indignação popular".
É óbvio que o caso foi parar na Polícia, que depois concluiu que o modelo Daniel Echaniz, 31, não abusou da competidora Monique Amin, de 23 anos. Os participantes em si negaram o ato, mas o modelo Echaniz - ainda assim - teve encerrada a sua participação no programa pela Rede Globo, que o expulsou sumariamente da Casa.
Ora, mais que um caso de Polícia, a situação incita a polêmica da reflexão: alavancamento implícito (?) de audiência X repulsa ao formato televisivo ante os novos fatos. Afinal, de que serve o escândalo se, após um interesse inicial, as opiniões se voltam contra o tipo de atração que desrespeita e "vilipendia" o público?
As cenas polêmicas já não se encontram disponíveis, pois foram retiradas de circulação ante a alegação de direitos autorais por parte da emissora (e produtora no Brasil) do programa, a Rede Globo - como divulgou a BBC Brasil na ocasião.

3 - O bebê inaugural do BB
E se deu o descontrole da natalidade nos BBs!... Indo além dos roteiros induzidos de realidade natural, Sissel, de 20 anos, e Robert, de 21 - no modelo do reality na Dinamarca - deram plena vazão à sua paixão cênica: da cama dos estúdios para um bebê da vida real!... Ao sair da casa, Sissel fez a revelação de que havia engravidado no Big Brother.
 4 - Ameaça brusca de assassinato
 http://www.youtube.com/watch?v=c-55DN4mzWo&feature=player_embedded
 Foi na segunda edição do Big Brother americano; aconteceu em 2001. Polêmica total: o competidor Justin Sebik, que mantinha um romance com a participante Krista Stegall (como é comum em realities), resolveu dar um toque de emoção a relação... Em meio a beijos calientes, sem que ninguém esperasse, encostou uma faca no pescoço da namorada e disse: "Ficaria zangada se eu te matasse agora?" Bom, gente, é claro que o maluco foi expulso da atração! Quanto à amada ameaçada, acabou por processar a emissora - a CBS - porque esta, ao aceitar Justin na produção, tinha feito vista grossa para o "seu passado negro".
 5- Rato morto e devorado em pleno programa
 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Stsy_90gKT8

Engrossando a fileira dos canais de TV ameaçados de perderem sua reputação, o britânico ITV levou ao ar uma cena deplorável: a de competidores comendo um rato! Eca! Argh!... Isso mesmo: numa cena do reality, o chef de cozinha italiano Gino D'Acampo dá cabo do roedor, que é comido por ele e pelo colega participante, o também competidor e ator Stuart Manning. E a coisa se generaliza no grotesco show! Ora, leitor, é o caso de náuseas no telespectador, não é mesmo? Porém, a discussão da questão vai além de aspectos biológicos, "gastronômicos" ou similares, alcançando implicações legais. Sim, embora a produção do programa tenha avaliado possíveis consequências da "exótica iguaria" sobre o organismo humano - assegurando-se de que os participantes não adoeceriam com a tal ingestão -, um aspecto não foi estudado: a questão legal dos direitos resguardados aos animais.
Assim foi que a ITV foi condenada a pagar uma multa com a acusação de prática de crueldade. A Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA) - entidade que averigua e combate os maus-tratos a animais - acusou a emissora de executar o "abate" de um animal para um programa, em circunstâncias que teriam prolongado o tempo de seu sofrimento até a morte.
Representantes do canal se desculparam publicamente pelo fato, mas a gravíssima discussão permanece: até que ponto a ética televisiva - seja por padrões higiênicos, por questões de saúde ou estética - poderia permitir tal disparate, admitindo o grotesco em cena na corrida inescrupulosa pela audiência fácil?
 6 - Racismo no Big Brother britânico
 http://www.youtube.com/watch?v=xas5uDLd4N0&feature=player_embedded

Em 2007, também na Inglaterra o Big Brother atravessou maus tempos, naufragando no preconceito: uma competidora indiana foi insultada por outros participantes do programa. Shilpa Shetty - famosa modelo e atriz bollywoodiana, então com 31 anos - ouviu deboches e xingamentos, quando falaram da forma física, dos hábitos nutricionais e de características de seu povo. A artista indiana foi atacadíssima verbalmente, havendo sido chamada de "cachorra" e recebendo insultos sobre a sua pele. O desrespeito foi tal - em clara cena - que o episódio redundou em quase 10.000 reclamações de telespectadores, por meio de órgão televisivo regulador no país.
É lamentável que tal descontrole - em ato de desrespeito à dignidade humana - atinja a cena do entretenimento em rede nacional e em questões humanas e diplomáticas. E a situação foi tal que se combateu fortemente o mau ato, cujos reflexos alcançaram o Parlamento britânico.
 7- Espetacularização de doença e morte diante das câmeras
 http://www.youtube.com/watch?v=UATnyu1EYJo&feature=player_embedded

Isso se deu justamente com Jade Goody, personalidade-chave do reality britânico em que a atriz bollywoodiana Shilpa Shetty sofreu discriminação. Tempos depois de atacar Shilpa, no entanto, Jade participou da versão indiana do Big Brother - o Big Boss - exatamente para amenizar a polêmica (e inaceitável) questão racial por ela protagonizada. Mas a atriz inglesa se superou em suas desmedidas: além do crime racial do passado, ainda usou a própria "sentença de morte" a fim de chamar a atenção para si! Segundo declarações da época, Jade Goody teria "comercializado midiaticamente" a própria doença para obter muito dinheiro e deixá-lo como herança aos filhos. Parece incrível - totalmente improvável! -, mas a própria atriz transformou sua vida (e morte!) em um autêntico e manipulador reality show! Pasme o leitor: ela simplesmente vendeu fotos e entrevistas sensacionalistas sobre si mesma e sua doença terminal para autopromover-se em espetáculo e dinheiro! Num registro sombrio da tragédia cotidiana dos últimos momentos, a atriz colocou-se numa bizarra vitrine enquanto definhava!... Improvável, não?

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