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sexta-feira, 1 de março de 2013

Greve de servidores da educação municipal chega ao 10º dia


Categoria reivindica um reajuste salarial de 47% na rede municipal.
Prefeitura oferece um aumento de 7,97% e enviou projeto para a câmara. 

 A greve dos servidores da Rede Municipal de Ensino já dura dez dias. A categoria decidiu no dia 18 de fevereiro, durante assembléia geral, continuar a paralisação até haver avanço nas negociações com o governo municipal.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura das 303 escolas 42 estão sem funcionar, número que significa 13%, prejudicando cerca de 11 mil alunos. Já o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindserm) quase 70% das escolas estão paradas.
Os servidores realizaram, nesta quinta-feira (28) após a assembléia geral, manifestos em frente à Prefeitura Municipal de Teresina.

“Tem gente dizendo que a categoria não está em greve, mas está aí a nossa paralisação. Praticamente todas as escolas estão paradas, totalizando 70% delas, dentre as quais estão os maiores colégios da cidade, com o maior número de alunos”, disse a pedagoga Letícia Campos.

Ainda de acordo com o Sindserm, a categoria decidiu cruzar os braços a partir do primeiro dia de aula do ano letivo, porque não houve avanço nas negociações entre os servidores e a prefeitura.

Para contornar a situação os vereadores convocaram representantes dos grevistas e da Prefeitura de Teresina para um encontro na Câmara Municipal, o Ministério Público também esteve presente e fez um questionamento com relação à criação de 160 cargos comissionados que deveriam ser destinados para professores concursados. “Alguns cargos que a prefeitura possui não são de comissão e sim efetivas e por isso precisa ser adequada a constituição”, afirmou o promotor de justiça Fernando Santos.

O secretário de educação Paulo Vilarinho, rebateu as denuncias do judiciário. “A quantidade de cargos criados se atende realmente aos 234 aprovados e ficamos de até segunda-feira (4) confirmar ou não para que seja colocado na próxima reunião”, disse.

A categoria reivindica um aumento de 47%, já a prefeitura oferece um reajuste de 7,97% e enviou um projeto para a câmara municipal que aprovou em regime de urgência para votação. Como não houve consenso, os vereadores voltam a discutir o assunto no mês de Março.

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