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quarta-feira, 27 de março de 2013

Antiga jurada de casos famosos hoje responde por furto em mercado em Copacabana Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/antiga-jurada-de-casos-famosos-hoje-responde-por-furto-em-mercado-em-copacabana-7914242#ixzz2Olq6uYE8 © 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

  • Vera Maria Fernandes, de 64 anos, participou do julgamento de Guilherme de Pádua e de Maninho
  • Funcionária pública foi presa na saída de supermercado na Zona Sul, mas acusa filha


Vera Fernandes, que na década de 60 concorreu a Miss Guanabara, nega acusações e diz não ter percebido quando a filha colocou objetos do supermercado em sua ecobag
Foto: Reprodução e Fábio Rossi / O Globo 
Vera Fernandes, que na década de 60 concorreu a Miss Guanabara, nega acusações e diz não ter percebido quando a filha colocou objetos do supermercado em sua ecobag Reprodução e Fábio Rossi / O Globo

RIO — Durante 11 anos, a funcionária pública Vera Maria Fernandes, de 64 anos, fez parte do júri popular de julgamentos de grande repercussão. Ajudou a mandar para a prisão o ator Guilherme de Pádua pela morte da atriz Daniella Perez — assassinada em 1992 —, os policiais militares da chacinas da Candelária e de Vigário Geral, além do bicheiro Waldemir Paes Garcia, o Maninho, já morto, pela tentativa de homicídio contra Carlos Gustavo Santos Pinto, o Grelha, em 1986. Mas, no último dia 11, Vera deixou a confortável posição de ter integrado o conselho de sentença do II Tribunal do Júri do Rio, que julga crimes contra a vida, para responder à acusação de furto de bebidas e guloseimas importadas, além de um faqueiro e cinco DVDs, segundo registro de ocorrência feito na 12ª DP (Copacabana). Naquela segunda-feira, ela e a filha, a comerciante Maria Eduarda de Almeida, de 42 anos, mulheres de classe média e gosto refinado, passaram quase oito horas na carceragem da delegacia de Copacabana.
— A cadeia era um quadrado com porta de ferro, com uma abertura pela qual eu mal podia ver as pessoas. Fiquei toda suja. Foi muita humilhação — conta a funcionária pública da Companhia Docas do Rio de Janeiro, que nega veementemente ter roubado qualquer coisa e diz ser vítima de uma armação dos seguranças de um supermercado em Copacabana, embora admita que a filha tentou levar alguns objetos. — Ela anda tendo problemas com a bebida.
As imagens dos seguranças cercando Vera na calçada, quando entrava num táxi na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, por volta das 19h, não lhe saem da cabeça:
— Um dos seguranças me puxou pelo braço, a bolsa abriu, e os talheres se espalharam pela calçada. As pessoas gritavam: “Ladra, ladra! Tem que ir para a cadeia!” Passei por um linchamento público. Foi horrível — lembra.
Filha seria cleptomaníaca
Ao contrário do dia em que foi presa, quando usava roupas de tecido fino — segundo descreveu a delegada Soraia Santana, da delegacia de Copacabana —, Vera estava com um vestido estampado de malha e sandálias de dedo quando recebeu a repórter do GLOBO para contar sua versão dos fatos. Ela mora num apartamento de dois quartos que aluga por R$ 1.200 na Praia do Flamengo, na Zona Sul, imóvel que pertence à Santa Casa de Misericórdia. Vera, que está lá desde 2004, frisa que é preciso ter indicação para morar no prédio. E diz que, no seu caso a recomendação veio de uma antiga paixão, um general do Exército, 35 anos mais velho, com quem teria vivido um romance. Hoje, ela busca ser reconhecida pela Justiça como beneficiária da pensão do militar.
— Eu era a outra. Até o último minuto de vida, em 2007, ele estava lúcido. O general costumava me dizer que o cérebro dele deveria ser preservado. Mas ele foi cremado aos 95 anos. Com ele, conheci gente importante, frequentei a tribuna de honra do Maracanã, o Jockey Club e tenho testemunhos de que estávamos sempre juntos. O general Euclydes Figueiredo, irmão do ex-presidente Figueiredo (general João Baptista de Figueiredo), chegou a vir ao meu apartamento. Quando o meu general estava internado no Hospital Central do Exército, o médico dizia que eu era o oxigênio dele — orgulha-se Vera.
Sem maquiagem e com os cabelos desalinhados, a funcionária pública pouco lembra seus tempos de glamour, como quando, em 1969, disputou o concurso de Miss Guanabara, conquistando o segundo lugar, com um maiô Catalina, patrocinador do evento. Como mãe zelosa, defende Maria Eduarda:
— Desde o divórcio minha filha não é a mesma. O que ela faria com um faqueiro? Ela não precisa disso. Tem pensão, uma loja e os pais que a ajudam.
Vera suspeita que a filha seja cleptomaníaca:
— Ela nunca fez isso antes. E eu falei: “Maria Eduarda, o que que é isso? Tira essas coisas daí. Não leva isso que eu não quero passar vergonha”. Depois ela colocou o faqueiro junto com as minhas coisas sem que eu visse — diz, apontando a ecobag grande que usava no momento da prisão, na qual foram encontrados uma garrafa de vodca, uma de vinho do Porto, latas de salsicha e palmito e um pão de forma.
Vera alega não ter percebido qualquer diferença nem no volume nem no peso da sacola.
No dia a dia, Vera desempenha a função de autoridade portuária da Companhia Docas. Mesma aposentada, continua no emprego para faturar, em média, R$ 6 mil líquidos, e, assim, pagar as contas. Para economizar, diz, leva a comida de casa.
— Não sou rica. O que ganho dá para viver. Pago minhas contas em dia. Sou cliente de várias lojas. Acabei de fazer um crediário para a compra de uma TV de 42 polegadas para o meu neto, em 12 vezes. Dou valor ao dinheiro — afirma Vera, que conta ter crescido em Vicente de Carvalho com os pais, um feirante e uma dona de casa.
Foi quando saía do trabalho, no último dia 11, que ela recebeu o telefonema da filha, pedindo que a encontrasse em Copacabana. O convite era inusitado, mas Vera aceitou. Além de Maria Eduarda, Vera tem um filho, de 41 anos, e dois netos. Ultimamente, tem sido a filha, que passou a morar com o ex-marido de Vera, no Recreio, que a preocupa mais. Por volta das 18h, mãe e filha se encontraram no supermercado Zona Sul de Copacabana. Vera conta que tomou um café e comeu um pedaço de pizza enquanto a filha andava na loja com um homem que conhecera naquele dia. Vera conta que percebeu a movimentação de um segurança da loja:
— Cheguei a perguntar-lhe se era segurança, mas ele disse que não. Foi um dos que me pegaram pelo braço do lado de fora. Poderiam ter nos levado para um cômodo para revistar, mas queriam que passássemos vergonha.
Pena de um a seis meses de prisão
Foram 30 minutos no supermercado, com os movimentos de ambas sendo gravados pelo circuito interno de TV. Vera conta que ficou tão atordoada com o momento do flagrante, que, da movimentação no mercado, só se lembra de ter insistido com a filha para que desistisse da vodca e do vinho importados, por falta de dinheiro. Já do lado de fora, sob os gritos de “ladras”, as duas foram levadas pela Guarda Municipal à delegacia.
— Há 11 anos nessa profissão, percebemos quando nos deparamos com gente de um nível social mais elevado. Encontrei maquiagem de uso pessoal, já usada, de marcas famosas. O gosto das duas é refinado, sem dúvida. São pessoas com um bom nível cultural, com instrução, que cometem atos não condizentes com sua classe social. A polícia lida com uma diversidade muito grande. Temos que ficar alertas. O que mais me assustou foi que elas chegavam a uivar quando estavam na carceragem. Nunca vi isso — lembra a delegada Soraia Santana, que encontrou um frasco de antidepressivo na bolsa de Vera.
As duas já estavam prestes a serem transferidas para o presídio Bangu 8 quando a Justiça concedeu a liberdade provisória para ambas, sob fiança de R$ 1 mil. Desde então, Vera só saiu três vezes de casa: para duas consultas médicas — com terapeuta e cardiologista — e para ir à manicure.
— Tinha que fazer algo para levantar o astral. Estou com vergonha e medo de sair de casa. O porteiro fala mal de mim, o jornaleiro me discrimina — diz.
Ernesto Hermes, o jornaleiro da banca da Rua Machado de Assis 31, no Flamengo, nega que, por perseguição, não tenha reservado uma revista que Vera coleciona:
— Ela não é freguesa assídua. A editora limitou o número de revistas, tenho de dar preferência aos clientes antigos — diz. — Ela já comprou fiado conosco, mas sempre paga. Não tenho motivos para discriminá-la. Vi gente falando dela depois do incidente, mas eu não me meto na vida dos outros.
Com os vizinhos, Vera se restringe aos frios cumprimentos de bom dia, boa tarde e boa noite. Em casa, só recebe a visita da amiga Cláudia Carvalho.
— Garanto a integridade dela. Saímos juntas várias vezes e jamais tivemos problemas com seguranças de lojas. Espero que tudo se esclareça e ela limpe seu nome — defende Cláudia.
Depois da prisão, o relacionamento de Vera com a filha esfriou. Os contatos agora se limitam a mensagens por celular. Em uma delas, Maria Eduarda diz “estar sem condições físicas e emocionais”. Em outra, afirma saber que a mãe não quer vê-la e, por isso, pede que lhe envie algumas coisas que “usa muito”: um vidro de perfume Chanel, uma camisa de seda e outra de linho, dois casacos, uma bota, uma sandália, uma bolsa e um vestido, todos de grife, além de um par de óculos da marca Ana Hickmann.
— Ela é materialista, né? — diz Vera, repassando os torpedos da filha, que estudou em escola particular e se formou em hotelaria. — Ela sempre foi a princesinha do pai.
Maria Eduarda se recusou a dar entrevista. Se condenadas, mãe e filha podem passar de um a seis anos na prisão.

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