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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cristiano Martins, organizador do Ranking Nacional de MMA, comenta a grande polêmica envolvendo o Gringo Fight, Combate e CABMMA em sua mais nova coluna no MMA Space.

Melvin e Cyborg fizeram luta principal do Gringo Fight
Entenda como o publico e o canal Combate, foram prejudicados por conta da ação da CABMMA em relação ao evento.
O caminho para a profissionalização do MMA no Brasil tem sido tortuoso, varias situações envolvendo canais de transmissão, eventos e entidades reguladoras do esporte tem demonstrado a verdadeira torre de babel que se tornou o esporte após a explosão que aconteceu após fevereiro de 2011 quando Anderson Silva nocauteou Vitor Belfort de forma tão surpreendente.
Sim, após esse marco histórico as portas se abriram em alguns setores e algumas empresas acreditaram no potencial do esporte, mais edições do UFC vieram para o Brasil em menor tempo e tudo isso precisava de um respaldo nacional, de uma entidade que mostrasse competência e imparcialidade.
Obviamente, tudo que já existia por aqui era débil e não atendia as necessidades dos eventos que aqui já existiam, que dirá atender as necessidades do maior evento de MMA do mundo, a partir daí o UFC apoiou a criação da CABMMA, entidade que hoje chancela o UFC no Brasil e se apresentou como a entidade a profissionalizar o esporte por cá.
Começaram então, os trabalhos de bastidores com um convenio entre a entidade e o principal veículo especializado em transmissão do esporte e também parceiro do UFC, o canal Combate.
Dentre as exigências do canal aos eventos com transmissão, uma foi a que causou a maior polêmica, e essa foi a exigência de filiação com a CABMMA para que houvesse transmissão.
Até ai nada absurdo, porém, a transição parece que não está sendo feita de uma forma adequada.
Transição?
Sim.
As coisas no Brasil eram feitas de forma completamente amadora e passaram a “profissionais” da noite para o dia, eventos foram obrigados a se adequar a realidade que só os eventos americanos conheciam e a primeira vitima desse mergulho nas exigências foi o evento Gringo Super Fight 10.
Antonio Tolentino, conhecido como “Gringo”, produtor de eventos na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, conseguiu convencer a equipe do Canal Combate que conseguiria cumprir as exigências da Comissão Atlética e levar a base de assinantes do canal uma das revanches mais esperadas de todos os tempos, que foi a luta entre Melvin Menhoef e Evangelista Cyborg.
Acontece que Tolentino não conseguiu cumprir as tais exigências e a CABMMA vetou a chancela, que garantia a transmissão algumas horas antes da pesagem do evento e o canal Combate foi forçado a cancelar sumariamente a transmissão de um evento que estava sendo divulgado há muito tempo.
O evento cometeu um erro grave e foi o principal culpado por todo o problema.
O Canal Combate errou também ao confiar na competência de um evento nacional que nem fazia parte da sua base principal como Jungle Fight, por exemplo.
E por fim, errou a CABMMA por não agir de forma intensiva na condução de todo o processo que envolve a chancela dos eventos.
Se a entidade quer implantar algo que não é costume por aqui, deve criar mecanismos facilitadores e fiscalizadores para isso, tudo para evitar o grande mico que se tornou esse cancelamento, pois foi algo sentido no Brasil e no exterior.
A imagem do MMA nacional (que foi duramente criticada, inclusive pelo líder da arbitragem dentro da CABMMA, Sr Mario Yamasaki), foi mais uma vez manchada por esse triste episódio.
*O conteúdo contido nessa matéria diz respeito às opiniões do colunista, não cabendo ao MMA Space a importância sobre os fatos aqui veiculados.
por Cristiano Martins, organizador do Ranking Nacional de MMA.
Foto: Renato Nogueira/MMA4EVER
Atualização 31/04: Veja o comunicado emitido pela CABMMA em seu site oficial, reproduzido abaixo, adiante (atualização dia 02/05) a nota pelo GRINGO SUPER FIGHT.
COMUNICADO OFICIAL
A Comissão Atlética Brasileira de MMA – CABMMA -  vem, por meio desta, tornar público as suas razões acerca do descredenciamento do evento GRINGO SUPER FIGHT, realizado na cidade de Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, em 27 de abril deste ano. Aproveita também para, ao final deste, explicitar uma brevíssima análise sobre o cenário brasileiro.
GRINGO SUPER FIGHT 10
A CABMMA só torna público agora suas razões em respeito ao promotor e aos interessados diretos, que foram comunicados previamente.
O quadro mínimo protocolar de exames dos atletas para o evento não foi preenchido. Alguns exames foram reprovados e outros não foram entregues.
O Promotor do evento e o Canal Combate já receberam a lista com os nomes dos atletas aprovados e dos reprovados, de acordo com os exames médicos entregues, bem como a lista com a identificação individual de cada exame e dos exames não entregues. A CABMMA, por razões éticas, preservará tal lista.
Cabe esclarecer que tanto os encarregados da CABMMA quanto o Promotor do GRINGO SUPER FIGHT tentaram de diversas maneiras cumprir as exigências mínimas. O prazo para entrega dos exames foi adiado várias vezes e alternativas foram tentadas para superar os requisitos do protocolo. Relatórios quase diários sobre o status dos exames eram enviados ao Promotor, soluções alternativas de transmissão pelo Canal Combate foram discutidas  e buscou-se a todo momento uma solução que preservasse a idéia inicial tanto do Promotor quanto da entidade reguladora, isto é, um evento totalmente chancelado e de acordo com os protocolos mínimos de segurança da CABMMA.
BREVÍSSIMA ANÁLISE DE CONTEXTO
Vale lembrar que à CABMMA compete avaliar os exames entregues. Não possui a CABMMA poder de cobrar, exigir ou gerenciar os atletas: tal tarefa pertence a outros profissionais. A CABMMA não gerencia atleta nem organiza eventos. Essa postura garante a independência da entidade e é uma questão conceitual da regulação.
Por outro lado, compreende a CABMMA que está inserida em um processo natural de profissionalização do esporte no Brasil. Isto significa enfrentar situações de maneira pedagógica e consciente da realidade brasileira. Sem alarde, a CABMMA já entrou em contato, em outras oportunidades, com atletas, empresários e promotores para ajudar na feitura dos exames que, aliás, são cobertos pela rede pública de saúde e facilmente conveniados.
Isso não significa, contudo, que a CABMMA irá recuar nos protocolos mínimos de segurança dos atletas. Quando a CABMMA enfrenta os políticos inimigos do esporte, quando enfrenta os poderosos que querem acabar com MMA no Brasil, quando a CABMMA luta em qualquer fórum em prol do nosso esporte, a primeira acusação que a CABMMA rebate é a de que nossa prática desportiva não oferece segurança aos atletas. A CABMMA nunca perdeu um Fórum de discussão com quem quer que seja justamente por esse cuidado com os protocolos mínimos de saúde. Pensar que qualquer um pode entrar em um Octógono de qualquer jeito é simplesmente se comportar qual os inimigos do esporte. Flexibilizar de acordo com as realidades locais sim, recuar não. Em poucas palavras: há consciência, mas não há jeitinho.
A CABMMA ganhou o respeito da maior evento mundial em virtude da sua seriedade, competência e profissionalismo. Quando teve o 1o UFC no Brasil, não havia nenhum inspetor, equipe médica ou juizes brasileiros. Somente Mario Yamasaki (diretor de arbitragem da CABMMA) representou o Brasil no campo regulação. Atualmente, toda equipe está sob o comando da CABMMA.
A CABMMA não é uma empresa, mas uma associação, é o único modelo de comissão atlética em todo desporto nacional. A experiência da CABMMA está sendo discutida em diversos Fóruns, dada o seu caráter inédito e por regular o fenômeno do MMA. A CABMMA já recebeu elogio de atletas, técnicos e promotores como a comissão mais profissional do mundo.
Com humildade, a CABMMA pede a compreensão de todos sobre esse momento crucial da profissionalização do esporte no Brasil.
Esse o modo pelo qual a CABMMA acredita que está a contribuir, sem desmerecer ninguém, com a profissionalização da prática desportiva do MMA no país que originou este fenômeno.
Com respeito,
RAFAEL THOMAZ FAVETTI
Chairman CABMMA
Atualização (02/05) – Nota oficial emitida pelo GRINGO SUPER FIGHT
Diante da repercussão dos fatos ocorridos na edição do GSF #10, o evento vem por meio desta, esclarecer e apresentar sua versão acerca do cancelamento da transmissão televisiva ao vivo, que ocorreria em 27 de abril de 2014 pelo Canal COMBATE.  A emissora havia acordado que faria a transmissão do GSF#10 na data avençada, antes de realizar qualquer parceria com a CABMMA. Após a celebração da parceria entre emissora e comissão atlética, novas obrigações que não haviam sido pactuadas foram determinadas, sendo imposto ao evento o cumprimento das exigências da CABMMA.
As agências reguladoras dos segmentos mais diversos ao determinar novas regras e procedimentos concedem um prazo de adaptação para que as empresas consigam se adequar a nova realidade. Porém, isto não ocorreu neste caso, eis que uma vez investida de poderes a CABMMA exigiu a realização de exames médicos complexos e de alto custo, nos moldes de eventos internacionais de poder econômico muito superior à realidade do esporte brasileiro.
Diferentemente do que foi exposto pela CABMMA, não houve qualquer tentativa de auxílio ao evento no que toca orientação médica ou obtenção de exames médicos gratuitos. Os exames entregues pelos atletas foram repassados diretamente a CABMMA, que jamais se pronunciou acerca dos mesmos, se estavam aptos ou não. Não existiram e-mails diários com verificação de status dos exames mencionados pela CABMMA, foram cobranças esparsas e autoritárias. O GSF jamais recebeu listagem dos atletas supostamente reprovados nos exames médicos, houve apenas um comunicado na noite anterior a transmissão de que o mesmo não poderia ocorrer em virtude da reprovação de exames médicos e falta de tempo hábil para análise.
Caso o evento tivesse sido notificado adequadamente, os atletas cujo exame médico fora reprovado não lutariam e o evento seguiria seu curso normal. Vários exames médicos foram enviados na semana que antecedeu o evento, porém, o responsável pela CABMMA estava de férias e incomunicável, razão pela qual todos os e-mails tiveram que ser reencaminhados, gerando mais desgastes e desentendimentos. O GSF acredita que seu houvesse uma melhor comunicação e orientação o evento teria ocorrido naturalmente. Acreditamos que as funções essenciais de uma comissão atlética devam ser o fomento e a orientação em prol do esporte.
O GSF é apenas mais um evento entre outros que não achou proveitosa para o esporte a parceria com a comissão atlética brasileira de MMA e o Canal COMBATE. Diante de todo o ocorrido o Gringo Super Fight rescindiu sua parceria com a emissora, mas garante a transmissão do evento na integra através da emissora Esporte Interativo no dia 4 de maio de 2014, às 15h45.
Para que não pairem dúvidas acerca da preocupação do evento com o esporte e os atletas, cabe mencionar que o GFS surgiu de um projeto social que hoje conta com mais de 2 mil e 800 crianças beneficiadas.  O Gringo Super Fight vem sendo realizado ao longo de 15 anos, tendo a certeza de que contribui de forma expressiva para o MMA nacional. A luta entre Melvin Manhoef e Evangelista Cyborg foi mais uma contribuição aos fãs, que podem ter a certeza de que grandes combates estão por vir. O sucesso de público e crítica certamente ofusca qualquer contratempo experimentado. Continuamos com nosso compromisso de melhorar e fomentar o esporte, hoje e sempre.
Antônio Tolentino
Presidente do Gringo Super Fight

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