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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Brasil lidera ranking de jornalistas mortos em 2014

Com quatro mortes, o Brasil é o país mais perigoso das Américas e o segundo com maior número de jornalistas mortos este ano no mundo, perdendo apenas para o Iraque.
Com quatro mortes, num total de nove em todo o continente americano nos últimos seis meses, o Brasil marcou-se como o país mais perigoso da região para os jornalistas.

Os relatórios de 25 países, lidos e aprovados nesta segunda-feira, 7, no encerramento da Reunião de Meio de Ano da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), em Barbados, no Caribe, apontam mais dois mortos no México, outros dois em Honduras e um na Colômbia.

No encontro anterior, em Denver, nos EUA, o balanço foi de 14 mortes, duas delas no Brasil. A próxima reunião será em outubro em Santiago do Chile.

O texto final de Barbados fala em "violência galopante" e "claros retrocessos" para a liberdade de informação na América Latina, além de "um aumento no nível de autocensura" na Argentina, Peru, México e Honduras.

Isso se deve aos maiores cuidados dos editores e repórteres ao divulgar informações, confrontados com o risco de altas multas e processos.

Um dos destaques é a "angustiante situação" da Venezuela, onde o governo vem dificultando a compra de papel e pelo menos 20 jornais estão ameaçados de parar de circular dentro de dois meses.

A imprensa do país "vive seu momento mais dramático", com 105 jornalistas detidos desde outubro "e agressões e ameaças sem precedentes".

Na última quinta-feira (3) um relatório divulgado por uma ONG de proteção aos jornalistas em zonas de conflitos, agitação civil ou missões perigosas, Campanha de Imprensa (PEC, na sigla em inglês), colocou o Brasil em segundo lugar no ranking de países com maior número de jornalistas mortos em 2014.

Ao todo, foram 27 jornalistas mortos em 13 países durante três meses.

O primeiro país da lista é o Iraque. No local, cinco jornalistas foram mortos no exercício da profissão. O Brasil e o Paquistão dividem o segundo lugar, com quatro mortos cada um.

O Afeganistão segue com três mortos, e a Síria e o México aparecem na lista com dois mortos para cada país.

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