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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Coreia do Sul acusa Norte de mover mais um míssil para a costa leste, apontado ao Japão ou Guam

Não se conhece viabilidade dos mísseis. No complexo de Kaesong permanecem mais de 600 sul-coreanos. Esta sexta-feira é feriado na Coreia do Norte.
Soldados sul-coreanos em patrulha, junto à zona desmilitarizada, esta sexta-feira Kim Hong-Ji/Reuters




A Coreia do Sul acusou nas últimas horas a Coreia do Norte de ter deslocado, no início desta semana, um segundo míssil de médio alcance para a costa oriental e de o ter montado numa plataforma de lançamento móvel, tornando-o uma ameaça para o Japão ou para a base norte-americana em Guam, no Pacífico.

O regime de Pyonyang ameaçou atacar a base norte-americana na ilha de Guam se fosse atacada pelos Estados Unidos - um alvo mais ao seu alcance do que o continente norte-americano. Na quinta-feira, o Ministério da Defesa do Sul tinha a instalação de um primeiro míssil na costa ocidental.  E já esta sexta-feira a agência sul-coreana Yonhap noticiou, citando um responsável governamental do Governo de Seul, a instalação de um segundo míssil num lança-mísseis móvel na costa oriental.
"Foi confirmado que Coreia do Norte transportou por comboio dois mísseis Musudan de alcance médio para a costa leste e montou-os em bases de lançamento móveis", disse uma fonte militar sul-coreana à Yonhap, citada pela Reuters.
Não é muito claro quais serão os mísseis que terão sido transportados para a costa leste. Fala-se nos Musudan - que tanto quanto se sabe, têm a particularidade de nunca terem sido testados, foram pensados para atingir alvos situados a cerca de 3000 quilómetros de distância. Mas também nos KN-08, que os observadores internacionais julgam tratar-se de um míssil balístico intercontinental - mas que também não terá sido ainda testado.
Quando a Coreia do Norte fez os mais recentes ensaios nucleares, em Dezembro e Fevereiro, os peritos em armamento sublinharam que o país não dispunha da tecnologia necessária para miniaturizar as cargas nucleares e colocá-las em ogivas de mísseis.
As notícias da deslocação dos mísseis surgem na sequência da guerra de palavras das últimas semanas entre a Coreia do Norte, por um lado, e a Coreia do Sul e os Estados Unidos, por outro. O episódio mais recente da chamada retórica belicista foi, na quarta-feira à noite, o anúncio pela Coreia do Norte da aprovação de um plano de operações militares, incluindo ataques nucleares.
O Estado-Maior do Exército da Coreia do Norte declarou num comunicado, citado a agência oficial KCNA, ter informado oficialmente os Estados Unidos que os norte-americanos serão “esmagados” por “meio de ataque nuclear”. “A operação implacável” das forças norte-coreanas “foi definitivamente examinada e ratificada”, afirma o texto, segundo o qual a guerra poderia começar “hoje ou amanhã”.
Fontes militares disseram à Yonhap que poderia haver um ataque a 15 de Abril, data do nascimento do fundador do regime, Kim Il-sung, falecido em 1994 e avô do actual dirigente, Kim Jong-il.
Esta tarde, a Coreia do Norte avisou o Reino Unido de que não pode garantir a segurança dos diplomatas após o dia 10 de Abril, no caso de se registar um conflito. "A embaixada britânica em Pyongyang recebeu um comunicado do Governo da Coreia do Norte a dizer que não será capaz de garantir a segurança das embaixadas e das organizações internacionais no país no caso de haver um conflito a partir de 10 de Abril", lê-se num comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido.
O anúncio de ataque iminente levou a reacções diversas. Os Estados Unidos anunciaram ter tomado “todas as precauções necessárias” e consideraram que o anúncio tem “elementos familiares” às habituais declarações da Coreia do Norte.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, declarou-se “profundamente preocupado” com a situação na península coreana e disse que “a ameaça nuclear não é um jogo, é uma coisa muito séria”. A  União Europeia apelou à Coreia do Norte para "retomar" o caminho da paz e a Rússia considerou “inaceitável” que o Governo de Pyongyang não respeitasse as resoluções das Nações Unidas sobre a não proliferação nuclear.
Feriado em Kaesong
Entretanto, no complexo industrial intercoreano de Kaesong, que se tornou um elemento central da crise, nos últimos dias, não há, esta sexta-feira novidades: está encerrado, por ser feriado.
Em Kaesong, situado em território da Coreia do Norte – que desde quarta-feira impede o acesso a sul-coreanos que ali trabalham –, permanecem 608 cidadãos do Sul, que estão a assegurar a actividade das suas empresas. Esta sexta-feira é feriado na Coreia do Norte.
O complexo – símbolo da cooperação entre os dois países  e importante fonte de divisas para o Norte – poderá paralisar dentro de alguns dias se se mantiver a proibição de entrada de trabalhadores e de camiões com matérias-primas, preveniram os responsáveis das empresas sul-coreanas.
A Coreia do Norte não coloca obstáculos à partida dos sul-coreanos. A Coreia do Sul reafirmou a intenção de retirar os trabalhadores que estão no complexo, no caso de a situação ficar perigosa para eles.
O complexo tem estado sempre aberto, apesar das cíclicas crises nas relações bilaterais, e só esteve encerrado um único dia, em 2009, quanto Pyongyang bloqueou o acesso, em protesto contra manobras militares dos Estados Unidos e da Coreia do Sul.
 País terá movido míssil capaz de atingir alvos no Sul e Japão

Pyongyang - A Coreia do Norte terá movido um míssil de médio alcance, capaz de atingir alvos na Coreia do Sul e no Japão, para a sua costa leste, revela hoje a agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

O movimento foi detectado tanto pelos serviços de inteligência sul-coreanos como norte-americanos, noticia a Yonhap, citando fontes militares e governamentais.

"Parecia que o objecto era um míssil balístico Musudan de médio alcance", indicou fonte oficial.

"Estamos a monitorizar de perto a situação, no sentido de averiguar se o Norte o moveu para realmente o lançar ou se o fez apenas como uma demonstração de força contra os Estados Unidos", aditou.

O jornal japonês Asahi Shimbun divulgou informações idênticas.

O míssil Musudan foi apresentado, pela primeira vez, numa parada militar, em Outubro de 2010, acreditando-se ser dotado de uma capacidade de alcance de cerca de 3.000 quilómetros.
 
Contudo, não se sabe se alguma vez foi testado.

Fontes dos serviços de inteligência sul-coreanos, citadas pela Yonhap, aventaram a possibilidade de Pyongyang poder lançar o míssil no próximo dia 15, data que marca o aniversário de nascimento do fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung, avô do jovem líder, Kim Jong-un.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul recusou confirmar se é verdadeira ou não a informação divulgada pela Yonhap.

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