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sábado, 2 de março de 2013

Palpitão do UFC Japão 2

O UFC retorna ao solo japonês, sábado (2), para a oitava edição da série On Fuel, na tradicional Saitama Super Arena. A atração principal será o embate entre Wanderlei Silva e Brian Stann. Cristiano Marcello, Rani Yahia e Marcelo Guimarães são os outros brasileiros na programação. Confira abaixo análises e palpites para os principais combates.
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Wanderlei Silva x Brian Stann
O brasileiro volta ao Japão após sete anos, e espera brindar a legião de fãs que mantém até hoje no país com atuação digna dos tempos áureos do Pride. O problema é que a realidade de Wand no UFC é repleta de altos e baixos desde que retornou para a marca de Dana White, em 2007. O curitibano vem de derrota por pontos para Rich Franklin, no UFC BH e, da mesma forma que Stann, resolveu subir dos médios para meio-pesados.
Wand é um lutador agressivo por natureza. Seu jeitão sempre pra frente, com queixo baixo e muitos cruzados disparados em sequência é a marca registrada mais intensa. Nos últimos tempos, mostrou também evolução na dinâmica de luta (principalmente no combate contra Michael Bisping, que venceu por pontos). O brasileiro não prima pelo volume de combate muito grande, mas dispara cada golpe com intenção de nocautear.
Wand no treino livreStann é um neutralizador nato e outro típico alteta de carga bruta, que tem como base o padrão ortodoxo do wrestling/boxe, potencializado pelo físico privilegiado.
O que pode dar esperança aos fãs mais ávidos pela pancadaria insana é o fato de o norte-americano também contar com estilo mais brigador/menos técnico em pé. Mas a fórmula mais direta do gringo será encurtar, se precaver no clinch - outro ponto sempre forte de Wand - e levar ao solo para castigar no ground and pound.
PALPITE: Wanderlei sonha em dar show para o público que mais o aclamou durante a carreira. Mas o MMA mudou, a fase do Cachorro Louco também. Stann é um cara duro e que sabe bem manter o ritmo de luta em um perímetro confortável. Como de costume, o brasileiro deve se lançar ao ataque com tudo. Se reacender a mesma vontade do combate contra Franklin, - quando perdeu mas deixou boa impressão - será páreo duro. Mas aqui, arrisco que Stann vença por nocaute.
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Stefan Struve x Mark HuntCom 2,11m, Struve tem 'apenas' 37 cm a mais que Hunt e passa por ótima fase no UFC, com quatro vitórias consecutivas. Se carimbar novo resultado favorável, fatalmente entra na briga direta pelo título dos pesados, em posse atual de Cain Velásquez.
Hunt fez história em eventos japoneses como o K-1 e o Pride, e vem de três vitórias seguidas no UFC. O veterano striker neozelandês tem socos demolidores e queixo de granito, mas terá de lidar com a diferença brutal de envergadura para sair vitorioso.
StruveStruve não prima muito pela técnica, mas mostrou evolução em golpes táticos, como jabs e chutes nas pernas, nas últimas apresentações. O europeu muitas vezes usa a tática 'kamikaze' de puxar para a guarda no solo, mas conta com a sonora marca de 16 vitórias por finalização.
PALPITE: Com tamanhos tão diferentes, a saída mais direta para Hunt seria encurtar e levar ao solo, mas o neozelandês já mostrou pouca intimidade neste setor em outras oportunidades. Struve deve manter o favoritismo e vencer por finalização.
Diego Sanchez x Takanori GomiSe for pela vontade de ambos, o combate promete. Ídolo local, Gomi vem de vitória sólida sobre Mac Danzig e Sanchez busca recuperação após a derrota sofrida para Jake Ellenberger. O norte-americano é melhor grappler, tem estilo geral bastante coeso e levará vantagem se seguir padrão tático mais inteligente. Muito experiente - mas um tanto distante de seu auge -, Gomi é provocativo dentro do octógono, do tipo que gosta de baixar a guarda e esperar por contragolpes.
PALPITE: Sanchez vence na decisão por pontos.
Hector Lombard x Yushin OkamiCubano naturalizado australiano, o ex-judoca olímpico Lombard tem explosão de golpes afiada e verdadeiras marretas nos punhos. Contra o dinâmico Okami, será um duelo clássico da força x técnica.
O nipônico tem wrestling sólido, mas pela vantagem física significante, levar Lombard ao solo pode não ser o melhor negócio. Lombard vem de vitória esmagadora sobre Rousimar Toquinho e já desponta como um dos postulantes mais diretos ao título de Anderson Silva. Mesmo sem ser um lutador que se inflama durante os combates, Okami já mostrou raça, capacidade de inverter castigos e frieza de sobra para desenvolver táticas à risca. Resta saber até que ponto, desta vez, vai ser suficiente. Lombard
PALPITE: O combate penderá para quem souber melhor aproveitar os momentos de transiçãoda luta em pé para a agarrada. Hector Lombard vence por nocaute.
Dong Hyun Kim x Siyar BahadurzadaEx-campeão do Shooto, o afegão Baharduzada tem mãos pesadas e venceu as últimas sete lutas por nocaute (uma pelo UFC, na estreia, contra Paulo Thiago, em 46 segundos).
A agressividade inerente, porém, também o deixa com diversas brechas na guarda. Kim é um típico representante das pragmáticas escolas orientais e terá trabalho para achar a distância certapara desenvolver o jogo contra o adversário.
PALPITE: Baharduzada vence por nocaute.
Mizuto Hirota x Rani Yahya
O brasileiro Yahya é um grappler metódico e com grande veia de finalizador (das 17 vitórias na carreira, 15 foram por submissão). Campeão do DEEP (evento japonês), Hirota não é um primor técnico, mas sabe usar o que tem de forma eficiente, com quedas decentes e ground and pound afiado.
PALPITE: Clinches e curta distância serão chaves para a vitória. Yahya vence na decisão.
Preliminares
Brad Tavares vence Riki Fukuda
Takeya Mizugaki vence Bryan Caraway
Cristiano Marcello vence Kazuki Tokudome
Alex Caceres vence Kyung Ho Kang Hyun
Gyu Lim vence Marcelo Guimarães

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