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quarta-feira, 27 de março de 2013

"Brasileiros exploram bem redes sociais", diz SocialBakers

Para Jan Rezab, CEO da SocialBakers, o grande segredo para empresas fazerem sucesso nas redes sociais é serem autênticas

 Jan Rezab, CEO e cofundador da SocialBakers, uma empresa focada em análise de mídia social

Jan Rezab, CEO e cofundador da SocialBakers, uma empresa focada em análise de mídia social
São Paulo - O grande segredo para empresas fazerem sucesso nas redes sociais é serem autênticas, ouvirem o cliente e acertarem no tom com que falam com os seus consumidores.
Essa é a afirmação de Jan Rezab, CEO e cofundador da SocialBakers, uma empresa focada em análise de mídia social. Ele viaja o mundo difundindo a ferramenta e as melhores práticas nas plataformas sociais e é responsável pela estratégia da empresa, que atua em 75 países, tem 150 funcionários e cerca de 750 clientes.
A SocialBakers foi originalmente fundada como uma agência digital na República Tcheca. Mas, na época, faltavam ferramentas de mensuração e ali ele percebeu um bom negócio.
A empresa tem serviços que funcionam como uma espécie de Google Analytics das mídias sociais, com foco na atuação de marcas. Para ele, a mensuração é parte importante do sucesso de qualquer negócio, e ele acredita que as redes sociais estão se tornando cada vez mais maduras e consolidadas em companhias de qualquer porte.
Rezab acredita que cada vez mais as companhias precisam aumentar o engajamento de seus fãs, ou seja, uma média de curtidas, comentários, favoritos, respostas e retweets, dividida pelo número total de fãs ou seguidores.
Na entrevista por telefone, de Praga, ele comentou que os brasileiros são tipicamente engajados e sociáveis e que as marcas daqui estão fazendo um excelente trabalho nas plataformas sociais.
Como você avalia o impacto causado pelas redes sociais nos últimos dez anos?

Jan Rezab - Eu acho que da perspectiva do usuário as habilidades sociais melhoraram muito nos últimos dez anos. O Facebook há dez anos praticamente não existia, e agora é o primeiro ou o segundo site mais acessado do mundo. Então foram afetadas muitas coisas, especialmente na comunicação entre as pessoas, e principalmente, na comunicação entre as pessoas e as marcas.
As marcas se apropriaram da ferramenta e criaram um estilo de comunicação para chegar nas pessoas. Há muitos bons exemplos disso. As marcas estão se movendo em direção para uma melhor comunicação com os usuários.
  Podemos conceber a vida sem a presença das redes sociais?

Jan Rezab - Sim, essa é boa pergunta. Eu acho que acordar e checar o Facebook e manter a nossa presença virtual é quase um novo mundo. Não acredito que as redes sociais vão desaparecer tão cedo. Eu acho que no futuro nós não vamos chamar essas interações de redes sociais, e sim de internet, como uma ferramenta para nos conectarmos com nossos amigos.
Nós não vamos mais pensar sobre isso. Será que em cinco anos eu vou dizer: eu devo adicionar alguém no meu telefone? Eu acho que no futuro isso vai ser mais natural, se eu encontrar alguém, eu adiciono ela no meu telefone e também no meu Facebook. Vai se tornar algo normal.
- Que as empresas podem superar Facebook em médio e longo prazo?

Jan Rezab - Eu acho que a única empresa que poderia ser um possível competidor forte contra o Facebook é o Google. Bom, eles têm o Google Plus como uma iniciativa social. É claro que sempre vão existir novas de empresas de inovação, como foi o Instagram, o próprio Facebook ou o Vine, que é um serviço do Twitter.
Estas plataformas atraem, crescem e envolvem o público. Mas eu acho que o Facebook ainda é mais relevante do que o Google Plus, mas também tem o desafio de criar novas formas de engajamento com as empresas e o público. Ou comprar um novo aplicativo que é tendência, como foi com aquisição do Instagram.
Qual a porcentagem de empresas brasileiras que usam redes sociais? É possível compará-la com o número do resto do mundo?
Jan Rezab - Cerca de 80% das grandes empresas usam alguma plataforma social. Quando eu olho para as marcas com maior presença, especificamente no Brasil, vou ver companhias como Guaraná Antártica e Skol. Mas também estão fortemente presentes marcas internacionais como a Coca-Cola e L’Oréal.
E marcas jovens como o Hotel Urbano. Setores tradicionais, como as cervejas Heineken e a sua subsidiária Kaiser também têm forte presença. Todas elas usam muito bem a mídia social. E vale lembrar: já são 67 milhões de brasileiros no Facebook, o que é incrível

Como as marcas internacionais usam as mídias sociais? É possível comparar com as marcas brasileiras? 
Jan Rezab - Algumas marcas internacionais são muito avançadas na presença social. Elas têm uma boa gestão corporativa em seu processo. Poderia citar a Coca-Cola como exemplo. Mas eu acho que um monte de empresas brasileiras usam muito bem as redes sociais. Vocês têm uma grande flexibilidade e estão fazendo coisas inovadoras incríveis e promovendo marcas.
Companhias como a L’Oréal e a Heineken são bons cases, pois têm uma equipe montada no Brasil. Ter um time local é importante e funciona melhor do que qualquer outra estratégia.
Qual é a melhor estratégia para fazer sucesso nas redes sociais?

Jan Rezab - A melhor estratégia é ser autêntico no que você está dizendo e na sua atuação. Não só ter a mente aberta, mas realmente colocar energia no que se faz. Você precisa fazer tudo muito bem em mídias sociais, pois existe sempre um usuário atento. Você tem que preparar o conteúdo e garantir que seus clientes também usem essas plataformas sociais.
Você tem que ter certeza de como envolver e falar corretamente para seus clientes, mas também ouvir para entender o que eles têm a dizer. Assim, o sucesso depende muito do aspecto tático, e uma boa estratégia exige que as empresas tomem boas decisões na hora de postar.
Quais são as vantagens de investir em publicidade em mídias sociais?

Jan Rezab - Publicidade em mídias sociais é mais eficiente do que a publicidade tradicional e até mesmo comparando com os anúncios on-line. Eu acho que tem um efeito adicional, que é uma camada social. Você pode construir uma grande comunidade ao anunciar num post. E funciona muito bem para marcas.
E existe algo que eu chamo de efeito colateral, ou seja, as redes sociais sempre repercutem em outros meios de comunicação. Assim, o boom ao criar este tipo de publicidade é sempre orgânico. Por exemplo, a televisão também gera este efeito colateral. Se uma emissora promove alguma coisa, logo o público vai procurar online ou em aplicativos móveis.

Plataformas de redes sociais são mais baratas que outras formas de publicidade?

Jan Rezab - Na maioria dos casos é mais barato, mas em quase todos os casos é mais eficiente. Vou te dar um exemplo: a Coca-Cola é especialista em otimização de publicidade para anunciar cada vez mais barato e alcançar o seu público no Facebook.
Eles conseguiram construir uma grande audiência e isso é ótimo. Mas a mesma estratégia não pode ser aplicada às empresas aéreas, especialmente as que vendem voos internacionais. Eles não podem conseguir um fã por apenas 20 centavos de dólar, como fez a Coca-Cola.
Estas companhias de viagem procuram alguém que tenha interesse em viajar. E alguém que tenha confiança em longas viagens de avião. E não somente interesse de viajar, mas que realmente viaje. É o sujeito que faz check-ins em um monte de lugares no mundo. E as empresas aéreas vão identificar este grupo, com certeza.
Mas, para engajar este pequeno grupo de pessoas, será realmente mais caro. Não vai ser apenas um dólar por fã. Este tipo de fã pode custar até cem dólares. Isso é uma estimativa, não deve custar tanto. Mas a grande vantagem é que este fã pode converter milhares de dólares em vendas. Assim, o retorno do investimento está garantido.
Vou te dar outro pequeno exemplo. Nós realizamos eventos de educação em mídia social que custam em torno de 250 dólares por um ingresso.
Anunciamos no Facebook e custo do anúncio pode chegar a 5 dólares para cada ingresso vendido. Isso para um evento que custa 250 dólares. Ou seja, esse tipo de publicidade é ainda é muito barata e acreditamos que as mídias sociais são o melhor canal para conseguir alcançar este tipo de público.

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