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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Réveillon é esperança de boas vendas!!!!!


Comerciantes apostam no aquecimento das vendas nesta semana; no Natal, o movimento maior foi registrado nas lojas populares


As lojas populares foram as mais beneficiadas com as compras tímidas por parte dos consumidores neste Natal de 2015 na Cidade. Ainda não há um balanço oficial fechado, porém, a Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC) aponta que as pessoas preferiram comprar pela internet em busca de preços mais em conta e recorreram ao comércio popular para lembrancinhas. Os lojistas apostam em aquecimento das vendas, sobretudo de roupas, nesta semana de Réveillon. No Mercado Municipal, as vendas tiveram queda de 40%, garantem os boxistas.
Em tempos de forte recessão econômica, o Natal deste ano foi fraco para os lojistas. Os dados oficiais devem ser divulgados pela ACMC até o final desta semana, porém, uma prévia já aponta que os consumidores deram preferência às lojas de comércio popular, pois os preços, claro, são mais baixos. “Pudemos constatar uma alteração na preferência dos consumidores. Eles deixaram de lado as lojas mais caras e com produtos de custo mais elevado, com mesmo padrão de shoppings, em busca das com status de comércio popular. As lembrancinhas ganharam destaque”, afirmou a presidente da Associação Comercial, Tânia Fukusen Varjão.
A situação não é fácil também para os shoppings. De acordo com a Associação Brasileira dos Lojistas de Shoppings (Alshop), o Natal de 2015 foi o pior dos últimos 10 anos, com queda de 1% nas vendas. Se for levada em consideração a inflação, a redução chega a 2,82%. O Diário questionou a assessoria de imprensa do Mogi Shopping em relação ao balanço, contudo, o centro comercial informou que ainda não tem números fechados para serem divulgados. 
As vendas pela internet, contudo, tiveram crescimento de 26%, conforme a principal empresa especializada em comércio eletrônico do País. As negociações superaram os R$ 7,2 bilhões. 
Tânia credita esta procura pelas lojas virtuais a uma extensão da Black Friday no Brasil. “Muitas redes decidiram ampliar esta venda em liquidação de novembro para cá tentando atrair clientes e vender o estoque. Ainda assim, a venda em loja física pode trazer mais benefícios, principalmente em Mogi, porque tem o conceito de atendimento amigo, as pessoas se conhecem. Nessas idas até as lojas, as pessoas podem negociar descontos e saem com vantagens que, muitas vezes, ficam fora de negociação na internet”, avaliou a presidente. As projeções se voltam agora para as lojas de roupas, já que muita gente passa a virada de ano com peças novas e, de preferência, nas cores branca, amarela ou vermelha, que simbolizam, respectivamente, a busca pela paz, dinheiro e amor.
Reduto tradicional de compra para ceias, o Mercadão de Mogi teve um Natal extremamente amargo: as compras despencaram 40% em relação ao mesmo período de 2014. “A queda foi forte pela crise econômica e também pelas obras no Centro. Percebemos isso nas encomendas. Muitas foram canceladas porque as pessoas não conseguiam acessar as imediações do Mercadão. A única via de referência, praticamente, é a Coronel Souza Franco. Na véspera do Natal, a rua travou. A gente espera agora alguma reação para o ano não fechar totalmente no vermelho. Essa semana teremos a movimentação para a compra dos itens da ceia de Ano-Novo e também as flores brancas e amarelas dos rituais de Iemanjá”, comentou Celma de Deus, presidente da Associação dos Comerciantes do Mercado Municipal. As rosas brancas e os girassóis são as flores mais procuradas para serem oferecidas à rainha do mar. Elas têm preço entre R$ 10,00 e R$ 15,00 a dúzia. O comércio aposta algumas fichas nesta semana para tentar salvar 2015, um ano a se esquecer. 

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