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sábado, 26 de dezembro de 2015

Os segredos de Jesus: teorias conspirativas e dois copinhos de catequese!!!! Parte 2.



Jacobovici & Wilson fazem notar que mesmo nos evangelhos canónicos há indícios de que Maria Madalena tem uma relação invulgarmente próxima com Jesus: ela é dos poucos do círculo de Jesus que está presente na crucificação e é ela que, com a mãe e a irmã de Jesus, vai ao túmulo deste para ungir o seu corpo (lavá-lo e esfregá-lo com óleos) e prepará-lo para o enterro, tarefa que envolve um elevado grau de intimidade e, “no judaísmo, [está] reservada aos parentes mais próximos”. Mais importante ainda, é ela a primeira pessoa a quem Jesus aparece após a ressurreição. Jacobovici & Wilson sugerem mesmo que o episódio das bodas de Caná diz respeito ao casamento de Jesus com Maria – de outro modo porque insistiria a mãe de Jesus para que este transformasse a água em vinho? Só se ele fosse o noivo, e não um mero convidado, teria obrigação de providenciar o vinho para a boda, argumentam os autores.
Jacobovici & Wilson usam preferencialmente a designação “Maria, a Madalena”, por entenderem que é assim que ela é referida no Novo Testamento, nunca como “Maria Madalena”. “‘A Madalena’ constitui um título. Não é um apelido e nem sequer o nome de um sítio”, afirmam Jacobovici & Wilson, contrariando a opinião mais corrente, que vê em “Madalena” uma menção à aldeia de Magdala, junto ao Mar da Galileia. Para Jacobovici & Wilson, “a Madalena” provém do hebraico migdal, que significa “torre”, e vêem nisso uma evocação da sua força e domínio e, ao mesmo tempo, uma associação à imagem da deusa Ártemis de Éfeso, que é representada com uma imensa torre sobre a cabeça.

Jesus tinha um plano para tomar o poder

Mas Jacobovici & Wilson vão ainda mais longe: contrariando os que minimizam a importância histórica de Jesus, reduzindo-o a líder de um bando de maltrapilhos numa província pobre e periférica do Império Romano, os autores entretecem a sua história com a da família imperial romana. Germânico (15 a.C. – 19 d.C.), que era filho adoptivo do imperador Tibério (42 a.C. – 37 d.C.) e estava destinado a herdar-lhe o manto imperial, fora enviado, na qualidade de imperium maius (uma categoria que lhe dava autoridade sobre os governadores provinciais), para o Médio Oriente, onde se terá cruzado com Jesus e Maria Madalena, que já estavam casados, e ficara embeiçado pela “atraente” Maria Madalena. Germânico planeara raptá-la e eliminar Jesus e os filhos de ambos, mas acabou por sucumbir a uma doença “misteriosa” em Antioquia. Terá sido vítima de uma conspiração orquestrada por Sejano, que era quem na verdade governava no lugar de Tibério e que era aliado de Jesus e Maria Madalena.
A morte de Germânico. Nicolas Poussin, 1627
O acordo estabelecido entre Sejano e Jesus levara este a abandonar “a sua ideologia zelota (‘Não vim trazer a paz à terra, mas a espada’) em prol do que os zelotas terão encarado como tácticas colaboracionistas (‘A César o que é de César, e a Deus o que é de Deus’)”. Esta mudança de atitude terá levado os seguidores de Jesus a sentirem-se confusos ou até traídos – o que explicaria que Judas Iscariotes, o mais radical dos apóstolos, tenha conspirado para o destruir, que Pedro o tenha negado e que os outros discípulos o tenham abandonado (veja-se o seu alheamento em Getsêmani e a sua ausência na crucificação). Jesus abandonara o discurso revolucionário e violento e consentira numa partilha do poder com outro aliado de Sejano, Herodes Antipas: este ficaria com o trono de David, Jesus tomaria o lugar de Caifás como sumo-sacerdote do Templo (veja-se o episódio da expulsão dos vendilhões do Templo).
Todos estes planos e acordos secretos ruíram quando Sejano caiu subitamente em desgraça: Tibério descobriu que, além de liquidar Germânico, o que até convinha aos interesses de Tibério, Sejano despachara também Druso, filho de Tibério, e se preparava para também eliminar o imperador, pelo que ordenou a sua execução, o que aconteceu a 18 de Outubro de 31 d.C. Quando, meses depois, a notícia da morte de Sejano chegou a Jerusalém, Pôncio Pilatos, o antigo homem de confiança de Sejano na Judeia, receando ser vítima da purga de partidários de Sejano, entendeu que seria perigoso continuar a proteger Jesus e quando, na Páscoa de 32 d.C., surgiram pressões para o eliminar, limitou-se a “lavar as mãos”.
Pôncio Pilatos dá o julgamento por encerrado. Mattia Preti, 1663
Pôncio Pilatos dá o julgamento por encerrado. Mattia Preti, 1663

Simcha Jacobovici: A história como conspiração

Há que reconhecer que Jacobovici & Wilson são suficientemente astutos e meticulosos para urdir tramas plausíveis e suficientemente eruditos para as sustentar. Entre tanto achado arqueológico, tanto fragmento de papiro com frases truncadas, tanto texto hermético, tanto rumor fantasioso, há sempre qualquer peça que se encaixa nas suas especulações. E enquanto a maioria dos fabricantes de teorias conspirativas não resiste a empregar um tom sensacionalista e destemperado, Jacobovici & Wilson conseguem manter uma aparência de sensatez e ponderação, mesmo quando se aventuram pelas mais desvairadas hipóteses.
Simcha Jacobovici tem um impressionante currículo, quer no jornalismo de investigação, quer na “arqueologia de investigação”, na qualidade de escritor, realizador e produtor. Os seus documentários televisivos, que têm passado nos canais History, Discovery e National Geographic, pretendem apresentar provas factuais da ocorrência de eventos mencionados na Bíblia e têm sido complementados por edições em livro. O que todos parecem ter em comum é trazerem revelações sensacionais “capazes de mudar a História” – A vida privada de Jesus não é excepção, sendo apresentado como “dinamite religiosa”.
Fica-se com a impressão de que, se no tempo de Jesus já existissem a Goldman Sachs ou o FMI ou o Clube de Bilderberg, Jacobovici seria capaz de articulá-los com a história de Jesus e Maria Madalena.

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