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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Tradição de usar fantasias chega aos animaizinhos de estimação


Se quer deixar seu PET no clima da folia, que seja sem colocar em risco seu conforto e segurança

Weber Sian
O vestidinho com saia de tule e o arranjo de cabeça deixam o look completo para sua PET encantar ao desfilar do seu lado no Carnaval 
Fantasias e acessórios deixam os bichinhos de estimação charmosos para a folia, mas é fundamental garantir seu conforto e bem-estar.
“Em tempos em que os PETs são cada dia mais importantes em nossas vidas, torna-se evidente o quanto ‘humanizamos’ os animais e como, é claro, o desejo de compartilhamos todos os momentos com eles, inclusive o Carnaval”, comenta o veterinário Alessander Andrade de Martin, consultor técnico da Pet Farm Boutique.
Os animaizinhos ficam lindos e divertidos com os diversos modelos de fantasia disponíveis no mercado, mas o veterinário ressalta que é necessário evitar excessos, pois podem ser prejudiciais à saúde do animal.
“Deve-se evitar roupas feitas com materiais sintéticos, que podem provocar alergias ou desconforto”, alerta Martin, que aconselha priorizar sempre tecidos em algodão.
Para que o PET fique gracioso e em segurança, outra dica é evitar roupinhas com botões, pedras, enfeites e detalhes que possam desprender e acabar sendo ingeridos por ele. “Além do que, as roupas mais abertas são as mais recomendadas porque vão garantir o conforto térmico”, diz.
E se a ideia é “desfilar” com o cãozinho por algum bloco de rua ou mesmo em festas ao ar livre, nada de expô-lo aos horários de pico de sol e temperatura. “Assim se evita desidratação e até mesmo queimaduras”, alerta o veterinário.
Não esqueça de oferecer muita água fresca ao PET. Vale carregar uma garrafinha própria para cães. “E sempre leve-o preso em guia, o que pode evitar brigas ou mesmo o perigo de atropelamento”, conclui Martin.
Charme na medida certa para os cãezinhosSegundo a estilista de roupinhas para PETs, Isabela Rodrigues, da Blue & Co, as fantasias e adereços são muito procurados nesta época do ano, até mesmo com o mesmo tema da fantasia de seus donos. 
“Quando penso em algum look para os cãezinhos, imagino uma roupa para uma criança, ou seja, que seja confortável, fácil de vestir e com acabamentos seguros, para não correr o risco de machucar, apertar ou até mesmo soltar algum aviamento ou costura”, afirma.
Para Isabela, o modelo precisa garantir conforto, para que os PETs possam brincar e correr livremente sem se sentirem incomodados. “Costumo usar tecidos de fibras naturais, que garantem o conforto e são fáceis de lavar. Em looks de Carnaval, uso o cetim, que tem um brilho lindo e é leve”, diz. 
Os PETs de grande porte pedem materiais e costuras mais reforçadas, aberturas e fechamentos maiores.
E se o seu animalzinho não gosta de roupinha, uma dica é apostar apenas em um acessório que possa deixá-lo produzido para a folia. Por exemplo, gravatas, bandanas, lacinhos e coroa de flores deixam os “peludos” no clima do Carnaval.
Muitos foliões levam os melhores amigos para curtir a festividade, mas os especialistas recomendam atenção
Divânia rodrigues

Têm pessoas que tratam seus animais de estimação como melhores amigos, outros ainda os tratam como filhos. Nessa época de verão, férias e festas de carnaval, os donos também desgrudam de seus companheiros. Porém, os especialistas alertam que os animais precisam de cuidados especiais na hora do dono curtir a agitação e continuar saudável depois da folia.
A veterinária Andressa Felisbino, da DrogaVET, explica que os animais podem ser levados para a curtir o carnaval com os donos, desde que haja cautela e preparo. Devido o calor, é preciso levar água para que ele não sofra uma desidratação. O bichinho também necessita ser protegido do sol com o uso de filtro solar.
Para evitar fugas com que expõem os animais a riscos de atropelamento e acidentes o ideal é que o dono o leve na coleira e fique de olho no comportamento: “Cães não se sentem confortáveis em ambientes com muitas pessoas e música alta. Qualquer alteração no comportamento, como agressividade ou mesmo de medo, pode denotar estresse”, esclarece a veterinária, lembrando ainda que nesses casos é preciso encerrar as atividades e levar o pet para casa.
Os filhotes, que não foram vacinados, não podem entrar em contato com outros animais, assim o melhor a fazer é deixá-lo em casa ou com algum tutor, como amigos ou parentes. Além do que, muita agitação pode fazer com que eles se assustem com muita facilidade.
Fantasias
Muitos aproveitam o carnaval para tirar a fantasia do guarda-roupa, outros incluem o pet na brincadeira e fantasiam os animais também. Mas é preciso ter cuidado, a vestimenta pode incomodá-lo. “Procure vestir o bichinho alguns dias antes da folia, assim, ele já vai se acostumando com a roupinha e você conseguirá perceber se ele se sente à vontade ou não com a vestimenta”, esclarece a veterinária.
Se for vestir seu bichinho de estimação a orientação da profissional é verificar se a roupa é do tamanho certo. Para isso, é preciso prestar atenção se há pelo menos três dedos de folga entre a vestimenta e a pele do animal. Ainda é preciso evitar tecidos inflamáveis e também pesados para não tornar problemática a transpiração, principalmente de cães. Os tecidos devem ser leves, que não piniquem e sem muitas costuras ou enfeites pequenos para que os animais não se engasguem ao arrancar os adereços.
Viagens podem estressar animais
Alguns foliões aproveitam para curtir o carnaval em outras cidades, em festas ou somente para aproveitar dias de descanso. Se for viajar de automóvel é preciso tomar alguns cuidados para garantir a segurança de seu bichinho. O pet, normalmente, se estressa durante longos percursos, por isso ele deve ser levado da forma mais livre possível, mas para que ele não coloque em risco os passageiros é preciso estar atento às leis de trânsito. O condutor do veículo não pode dissipar sua atenção, assim alguns assessórios são essenciais para manter o bichinho acondicionado de maneira correta.
Caixas transportadoras, coleiras e cintos de segurança especiais podem resolver essa questão. Ainda é preciso evitar a elevação da temperatura no interior do carro. Antes da viagem, é necessário passar no veterinário para verificar se vacinas estão em dia e como está o controle de pulgas e carrapatos.
Os especialistas ainda recomendam que o animal seja alimentado três horas antes da viagem para evitar enjoos e vômitos e também que ele faça um passeio antes de embarcar para fazer suas necessidades. Durante o trajeto, é preciso oferecer água ao pet, várias vezes e em pequenas porções e parar a cada duas horas, para que ele se movimente e faça xixi.

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