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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Saiba como viajar de forma segura com seu pet


Caso a opção seja pelo cinto de segurança, Janecler recomenda o uso de tapete higiênico nos bancos do carro.
O momento que deveria ser de muita alegria é para os tutores de animais de estimação um período de preocupação, afinal o que fazer com o companheiro de todas as horas nessa época do ano? Levar ou não cachorros e gatos para outra cidade?
Viajar com o bichinho é possível, sim. Porém, é necessário que se tenha alguns cuidados na hora de transportá-los. Conforme explica a médica veterinária Janecler Quieregati Oliveira, proprietária da clínica veterinária Prontodog, é preciso estar de acordo com a lei na hora de viajar.
“A legislação fala que o animal precisa ir protegido. Ou dentro de uma caixa que deve ser presa atrás do banco, no chão, ou em cima do banco de trás preso no cinto de segurança”, informa.
O animal pode sentir náuseas igual a gente. Para evitar que isso aconteça é recomendado que, pelo menos quatro horas antes de viajar não se dê alimentação pesada. “Tem um comprimido próprio para animais que tem um efeito duradouro de 24 horas. Pode dar uma hora antes de viajar”, explica.
A veterinária não recomenda sedar o animal. “Ele precisa se alimentar, beber água, fazer xixi, ainda mais nesses dias quentes”. Outro cuidado importante que se deve ter é com relação a Guia de Transporte. De carro ou de avião, fora do Estado ou até intermunicipal é exigida a autorização de transporte.
“A Guia de Transporte pode ser declarada pelo veterinário. Nela consta que o animal está bem, com vacinação em dia. Deve ser acompanhada da carteirinha de vacinaçao. Neste caso é exigida só a da raiva mas é recomendável que as vacinas todas estejam em dia porque ele pode ter contato com outros animais contaminados”, recomenda.
Caso a opção seja pelo cinto de segurança, Janecler recomenda o uso de tapete higiênico nos bancos do carro. “Pode acontecer de escapar um xixi no banco. Ou então colocar fraldas específicas para cachorro”.

Durante o percurso é bom evitar comida pesada e oferecer pouca quantidade, várias vezes ao dia, e mantê-lo sempre bem hidratado. É bom parar a cada duas horas. Também é aconselhável levar algum brinquedinho, um cobertor, não deixar o ar condicionado muito gelado nem muito vento.
Se a viagem for de avião, as regras mudam conforme a companhia. “Até seis kilos você leva o animal no banco ao lado dentro da caixinha. O tamanho da caixa varia conforme a companhia aérea. Neste caso exigem a guia do veterinário. Se for para fora do país é mais complexo”, explica.

“Gatos devem ser transportados dentro da gaiolinha. É aconselhável o uso de calmante natural e homeopático. O ideal é usar este último dois dias antes da viagem. Também é contra indicado a sedação”, finaliza a médica veterinária.
O Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul informa que o documento necessário para o transporte de cães e gatos em território nacional e internacional é o passaporte expedido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) conforme dispõe na instrução normativa MAPA nº 54 de 18 de novembro de 2013.
De acordo com a Gerente Técnica e Médica Veterinária do CRMV-MS, Ana Carolina Siqueira Gonçalves, vale lembrar ainda que um dos documentos necessários para o requerimento do passaporte para trânsito de cães e gatos é o atestado de saúde do animal, documento que deve ser emitido exclusivamente por um médico veterinário regularmente inscrito no CRMV-MS, em conformidade com a resolução CFMV 844/2006.

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