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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Japão continua com esforços para libertar refém

Depois do vídeo divulgado sugerindo a morte de um dos reféns, o Japão busca ajuda da Jordânia e de outros países para salvar o outro

Kenji Goto segurando imagem que teria sido feita após a decapitação de outro refém, Haruta Yukawa




Japão buscava ajuda da Jordânia e de outros países nesta segunda-feira, 26, para tentarsalvar um refémmantido pelo grupo Estado Islâmico, embora não tenha havido qualquer sinal de progresso.
O principal porta-voz do governo, Yoshihide Suga, recusou-se a falar diretamente sobre o conteúdo das conversas com a Jordânia, onde o enviado japonês coordena esforços regionais para tentar salvar Kenji Goto.
O Estado Islâmico disse em vídeo divulgado na internet em 20 de janeiro que tinha em seu poder dois reféns japoneses e que os mataria no prazo de 72 horas, a menos que recebesse US$ 200 milhões.
No final de semana foi divulgado outro vídeo, cuja autoria ainda não havia sido confirmada, mostrando uma fotografia de Goto, jornalista de 47 anos, segurando uma imagem do que parece ser o corpo do outro refém, Haruna Yukawa. Junto com a fotografia foi divulgada uma gravação de voz que afirma ser Goto e diz que seus captores querem uma troca de prisioneiros e não mais o pagamento de resgate em dinheiro. O grupo pede a libertação da iraquiana Sajida al-Rishawi, condenada à morte na Jordânia por atentados realizados em 2005.
Novos rumos 
Questionado se a nova exigência, que envolve o governo jordaniano, torna a situação mais complexa, Suga não deu uma resposta direta, afirmando apenas que "naturalmente, a Jordânia tem sua própria opinião".
"O governo está fazendo tudo o que pode, mas a situação continua se desenvolvendo", declarou ele aos repórteres. "Estamos buscando a cooperação de quem puder ajudar na libertação (do refém remanescente)."
Autoridades japonesas indicaram que tratam o vídeo como autêntico e aceitam a possibilidade de que Yukawa, capturado na Síria no ano passado, esteja morto. "Foi um ato extrememante covarde", afirmou Suga.
Em Amã, Yasuhide Nakayama, vice-ministro de Relações Exteriores, encarregado de gerenciar a crise, não apresentou novidades após reuniões no país. "Tendo em vista a natureza do problema, por favor, entendam a razão pela qual não posso divulgar informações como com quem eu me reuni", disse ele. Ele prometeu "não desistir até o final".
A Associated Press não pode verificar o conteúdo da mensagem divulgada no final de semana, que difere de vídeos anteriores divulgados pelo grupo.
Tóquio - O Japão  continua intensificando nesta terça-feira seus contatos com a Jordânia para conseguir a libertação de Kenji Goto, o jornalista japonês sequestrado pelo Estado Islâmico (EI ), enquanto se coloca a possibilidade de que a mesma aconteça dentro de uma troca de reféns entre o governo jordaniano e o grupo jihadista.
"Há avanços nos contatos com a Jordânia", disse o vice-ministro das Relações Exteriores japonês, Yasuhide Nakayama, em declarações divulgadas hoje pela emissora pública de TV do Japão, "NHK".
Nakayama, que chefia a equipe especial que trabalha em Amã, a capital da Jordânia, para gerenciar a crise dos reféns, também acrescentou que os dois países concordam com a meta de libertar o piloto jordaniano Muaz Kasasbeh, retido desde dezembro pelo EI.
Em uma gravação exibida na internet no último fim de semana, o grupo jihadista pediu a libertação da extremista Al Rishawi, condenada à morte na Jordânia por um atentado fracassado, em troca da libertação do jornalista japonês.
Além disso, o jornal jordaniano "Jordan Times" afirmou nesta segunda-feira que o EI teria proposto uma troca "2+2", que consistiria em libertar o piloto e o jornalista em troca de Al Rishawi e de outro jihadista condenado em 2008 pelas autoridades jordanianas.
O ministro porta-voz do governo japonês, Yoshihide Suga, evitou fazer qualquer comentário hoje ao ser perguntado se o Executivo japonês teria pedido à Jordânia a libertação de Al Rishawi para, em troca, conseguir o retorno de Goto.
A possibilidade de uma troca, que Tóquio e Amã analisam com cautela há dias, foi rejeitada publicamente pelos Estados Unidos, aliado do Japão e da Jordânia.
Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, disse em entrevista coletiva que a troca "entraria dentro da mesma categoria" que o pagamento de um resgate e que representaria a aceitação das exigências de um grupo terrorista.
Goto, de 47 anos, é um dos dois reféns japoneses sequestrados pelo EI, que no sábado anunciou a execução do outro, Haruna Yukawa.
A organização jihadistas anunciou a execução através de uma gravação acompanhada de uma imagem na qual Goto exibe uma fotografia de Yukawa, que foi supostamente decapitado.
O governo japonês continua analisando a autenticidade do áudio e da fotografia, mas considera que "há muitas possibilidades" de que o material seja real. 
O Japão prometeu trabalhar com a Jordânia para conseguir a soltura do jornalista japonês mantido refém por militantes do Estado Islâmico, após a morte de outro refém japonês na semana passada, mas reiterou que não vai ceder ao terrorismo.
A crise dos reféns se tornou um teste para o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que assumiu o poder em 2012 prometendo aumentar o papel do Japão na segurança mundial.
Abe condenou no domingo a morte do cidadão japonês Haruna Yukawa cometida por militantes, e pediu a soltura do veterano correspondente Kenji Goto, capturado por militantes do Estado Islâmico na Síria.
"Gostaríamos de trabalhar junto com o governo jordaniano para assegurar a soltura de Goto", disse o ministro de Relações Exteriores japonês, Yasuhide Nakayama, a repórteres na Jordânia, na noite de segunda-feira.
Nakayama foi enviado à Jordânia na semana passada para cuidar do caso.
Os militantes desistiram de cobrar um resgate, e agora dizem que vão soltar Goto em troca pela libertação da prisão de Sajida al-Rishawi, uma iraquiana condenada por ataques jihadistas que está detida na Jordânia.
Os militantes radicais capturaram um piloto jordaniano após a queda de seu avião durante uma operação da coalizão liderada pelos Estados Unidos no leste da Síria em dezembro, e Nakayama disse que Japão e Jordânia podem trabalhar juntos para conseguir a soltura dele também.
Em Tóquio, Abe disse ao Parlamento, nesta terça-feira, que o Japão fará o máximo para salvar Goto.
"O terrível ato de terrorismo do Isil é absurdo e nós condenamos firmemente", disse Abe, referindo-se a uma sigla pela qual os militantes são conhecidos.
"A situação é extremamente grave, mas faremos o nosso máximo para conseguirmos a soltura de Kenji Goto o quanto antes possível... Não vamos ceder ao terrorismo."


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