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domingo, 13 de abril de 2014

Microsoft lidera ranking global entre fornecedores de software

Estudo realizado pela PwC elenca as companhias que vendem aplicativos pelo modelo tradicional e em nuvem. Entre as 20 colocadas em SaaS, a primeira colocada é a Salesforce.com.

Um estudo global realizado pela PricewaterhouseCoopers (PwC) com 100 fornecedores mundiais de software aponta que a Microsoft ainda é maior companhia desse setor. A empresa de Bill Gates aparece em primeiro lugar do ranking em negócios com venda de software, seguida a IBM, Oracle e SAP.
Entretanto, o relatório aponta que o faturamento com a comercialização de aplicativos pelo modelo tradicional cresceu apenas 5% e que o software as a service (SaaS) deu um salto de 60%.
Batizado de "PwC Global 100 Software Leaders - The growing importance of apps and services", o levantamento avaliou as maiores empresas de software do mercado global, como base na receita obtida em 2012, apoiada em estudos da IDC.
Juntas as 100 companhias do ranking da PwC movimentaram em 2012 cerca de US$ 255 bilhões, sendo que desse montante US$ 20 bilhões foram com vendas de software no modelo SaaS.
A Microsoft aparece como a primeira do ranking com negócios da ordem de US$ 58,4 bilhões com vendas de software. A IBM é a segunda colocada, com faturamento d US$ 28,8 bilhões, seguida da Oracle com US$ 27,7 bilhões e da SAP com US$ 16 bilhões.
A única fornecedora de software brasileira presente no ranking é a Totvs, que ficou no 57 ° lugar, com receita de US$ 579,6 milhões em venda de aplicativos.
Entretanto, a nuvem começa a mudar esse cenário com o surgimento de novos players. Entre os 20 maiores de fornecedores de SaaS, a primeira colocada do ranking é a Amazon, seguida da Concurs Technologic e Salesforce.com.
Em volume de receita, a Salesforce.com é a primeira; Microsoft aparece na segunda colocação e a Intuit na terceira posição.
O relatório da PwC mostra que à medida que o mundo se torna cada vez mais digital, as empresas buscam novos modelos de consumo de tecnologia, como em nuvem, sinalizando que a forma tradicional está com os dias contatos. De acordo com os analistas da consultoria, as organizações não podem mais se dar ao luxo de concentrar seus investimentos em apenas uma área como hardware, software ou serviços.
Como resultado disso, as fornecedoras de software estão sendo obrigadas a se transformar para entregar aos seus clientes produtos mais sofisticados e fácil de usar com aplicações que podem ser utilizada on-premise ou em nuvem. A popularização dos dispositivos faz com que as companhias demandem mais por mais aplicativos com valor agregado, com rápida entrega a preços competitivos para serem acessados de qualquer lugar.
Essa necessidade, segundo a PwC, redesenha o mercado de fornecedores de software, com surgimento de novos players, alguns puros na nuvem, dando mais opções as companhias. Isso sinaliza que as tradicionais terão de rever seus modelos e aumentar as ofertas no modelo de serviço para defender seu território.
A IDC estima que em 2016 cerca de 25% das novas compras de software serão no modelo de serviço. As entregas de SaaS representarão 14,2% de todas a vendas de aplicativos e 18% dos gastos com software pelas companhias.
A taxa de crescimento anual de SaaS estimada pela consultoria é de 21,3%, o que demonstra que essa forma de contratação ganhará cada vez mais força no mercado. Já o licenciamento tradicional, deverá crescer apenas 4%.

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